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Vida x Aborto + Ciência
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Mãe
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
sábado, 9 de maio de 2015
Feliz Dia das Mães!
"Lembro quando eu soube que você vivia dentro
de mim.
Ali, percebi que não tinha mais como voltar
atrás na vida,
só seguir em frente.
Quando te vi a primeira vez, então, constatei:
Você me faria ir adiante em tudo.
Por você, não temeria nada!
Você me fez mãe:
O ser mais corajoso do mundo."
(Rachel Carvalho)
domingo, 19 de abril de 2015
Respira. Serás mãe por toda a vida.
" Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez".
(Desconheço autoria)
Ensine as coisas importantes. As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez".
(Desconheço autoria)
sábado, 28 de março de 2015
Para refletir!
Não deixe um bebê chorar
De todas as teorias do universo materno, as que
me assustam são: não dar colo para o bebê,
regular a amamentação em horários
cronológicos e deixar o bebê chorando.
Elas me pegam na alma.
Bebes não sabem falar, nasceram em um
ambiente aquático, escuro, cheio de
movimento e calor e estão do lado de fora.
Precisam ser alimentados, estranham.
Descobrem no peito uma maneira de ter o
aconchego pleno.
Basta ver uma cadela: quando o filhote chora a
mãe corre e aconchega. Bebês não choram a toa
e se choram estão pedindo:
- Por favor me ajude
Ajude a dormir, a enfrentar a solidão, a lidar
com a temperatura que oscila.
Quando um bebê pede colo ele está
reconhecendo que você é uma segurança.
Quando você nega esse colo ele pode se
acostumar com a negligência e resignar-se.
Mas ele não está feliz.
Eu adoro o conceito: permita que as crianças
sejam dependentes no momento em que
podem ser, para que sejam independentes
para toda a vida.
O que mais vejo neste mundo são pessoas
dependentes e resignadas.
Dependentes de comida, de medicamentos,
de sexo, de necessidade de aceitação.
São, algumas vezes, sobreviventes de pequenos
ou grandes abandonos.
Algumas vezes vendo esses programas que
difundem a ideia da Torturadora de bebês eu
sinto algo inexplicável: eu choro com a mãe
que chora, com o filho que dorme soluçando.
Não há nada mais fácil e prazeroso para mãe e
bebê do que deitar junto com o bebe e dormir
agarradinho.
É tão rápido que eles crescem.
O que são 3 anos diante de uma vida toda?
Queremos tanto a independência precoce,
exaltamos isso como troféu e depois
questionamos onde se perdeu esse fio.
Eu vejo idosos abandonados com cuidadores ou
em asilos e vejo ali o reflexo de uma sociedade
que fecha os olhos para os dependentes
trocando o amor por tecnologia, chupeta,
mamadeira, berço que balança e no fim, uma
cama fria e olhos de uma profissional
contratada.
Assim começa a vida, assim ela termina. No
meio um grande vazio que tentamos preencher.
Um vazio cultivado em nome dessa ilusória
independência precoce.
Creditos: Kalu Brum.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Matando minha Mãe...
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez.
Eu não queria junto a mim quando chegasse à escola em meu
primeiro dia de aula.
Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios, que
a nossa vida iria me trazer.
Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá,
pronta para ne defender não somente daqueles garotos brutamontes
que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente.
Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de
viver a plenitude dos vôos juvenis.
Mas logo no primeiro porre eu felizmente a redescobri viva, foi quando
ela não só me curou da ressaca como impediu que eu levasse uma vergonhosa
surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para
ressureição.
Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades
em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.
Ledo engano.
Quando descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço
possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão...
Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.
Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho mãe se transformara numa
espécime ainda mais vigoroso chamado avó.
Para quem ainda não viveu a experiência, avó e mãe em dose dupla...
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos
fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse
em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela
poderia protagonizar...
Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu:
quando menos esperava, ela decidiu morrer.
Assim, sem mais, sem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião
para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição de que mães são para sempre.
Ao contrário do que sempre imaginei.
São elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica
relegado para o etéreo terreno da saudade...
Eu não queria junto a mim quando chegasse à escola em meu
primeiro dia de aula.
Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios, que
a nossa vida iria me trazer.
Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá,
pronta para ne defender não somente daqueles garotos brutamontes
que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente.
Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de
viver a plenitude dos vôos juvenis.
Mas logo no primeiro porre eu felizmente a redescobri viva, foi quando
ela não só me curou da ressaca como impediu que eu levasse uma vergonhosa
surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para
ressureição.
Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades
em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.
Ledo engano.
Quando descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço
possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão...
Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.
Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho mãe se transformara numa
espécime ainda mais vigoroso chamado avó.
Para quem ainda não viveu a experiência, avó e mãe em dose dupla...
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos
fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse
em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela
poderia protagonizar...
Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu:
quando menos esperava, ela decidiu morrer.
Assim, sem mais, sem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião
para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição de que mães são para sempre.
Ao contrário do que sempre imaginei.
São elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica
relegado para o etéreo terreno da saudade...
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
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