Mãe

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Documentario Meninas gravidez na adolescencia Completo (ORIGINAL)

Gravidez na adolescencia

A GRÁVIDA


A GRÁVIDA

Sei que a semente já germinou
E que breve o fruto irá nascer.
Os sinos irão dobrar para ele.
Pois serão outros Anjos que o vão trazer.
Amado ele será.
Pois sua mãe é uma Fada.
Amor não lhe faltará!
Eleve teu pensamento.
Agradeça ao Criador.
Pois quando chegar o momento.
A vida, tu darás muito mais valor!

Autor – GUERREIRO DA LUZ 

Abortamento

Abortamento

Em que momento acontece o milagre da vida? Em que instante o sopro Divino passa a animar o corpo daquele novo ser que logo surgirá na Terra?
A resposta a essas perguntas sempre inquietou a Humanidade. Debruçaram-se sobre ela filósofos, religiosos e cientistas. Apenas a religião oferece certezas.
O mais interessante é que essas certezas são muito semelhantes, o que indica que as diversas tradições religiosas, ao redor do Mundo, guardam entre si muitas coisas em comum.
Por exemplo, quase todas as religiões ensinam que a vida inicia no momento da concepção.
Naquele momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, inicia-se o mais complexo e comovente processo: a formação de um novo corpo humano.
E, asseguram os religiosos, é nesse instante sublime que o Espírito se une ao corpo em formação.
Por isso, também, todas as religiões são unânimes em reprovar o aborto. A única exceção é quando a gravidez ameaça a vida da mãe. E isso também é uma unanimidade entre todas as crenças.
Ora, se é assim, se todas as religiões humanas desaconselham o aborto, por que a Humanidade insiste no abortamento?
O que faz com que pai e mãe escolham matar seu filhinho? O que nos move em direção a um ato que vitima uma criatura frágil e desprotegida?
Resposta: nosso egoísmo. Quando nos vemos em uma situação que ameaça nosso conforto, em geral nos defendemos escolhendo uma atitude defensiva.
O problema é quando a nossa atitude defensiva viola os direitos dos outros. E isso, definitivamente, acontece quando se faz um aborto.
Sim, porque no silêncio do ventre cresce um corpo que já tem dono. Será a morada de um Espírito imortal, abrigará um filho de Deus.
Quantas vezes nós, os que acreditamos em Deus, pensamos que aquele corpo em formação é a morada de um irmão nosso? Um ser especial que as mãos de Deus depositaram em nosso colo?
E como recebemos essa vida nova? O que fazemos com o Divino presente que nos chega às mãos? Será certo sufocá-lo quando está ainda tão frágil e pequenino?
Não. A vida pede proteção, amparo.
Em todos os países e idiomas do Mundo, a maternidade é louvada como sublime. Não podemos, em nome da modernidade, corromper os valores morais e éticos que herdamos. A lei natural é a do progresso. Jamais de retrocesso.
Hoje, o discurso de muita gente é que a mulher deve ter poder de decisão sobre seu corpo.
A legalização do aborto é tratada como avanço dos direitos humanos, pois se alega que a medida vai proteger as mulheres pobres que fazem abortos ilegais.
São argumentações equivocadas. Partem de princípios errôneos.
Primeiro, porque o feto é um ser à parte. Ele não faz parte do corpo da mãe.
E cabe a pergunta: De que direitos humanos falamos? Direitos humanos são para garantir práticas éticas e não para legalizar o assassinato de crianças.
E se desejamos, de fato, proteger as mulheres pobres das conseqüências de um aborto ilegal, deveríamos investir em saúde e educação.
São antídotos. Mulheres informadas usarão métodos contraceptivos, terão acesso a informação. Não precisarão matar para evitar uma gestação.
Por outro lado, onde fica o amor que tanto falamos e aspiramos sentir? O exercício do amor nos recomenda cuidar dos mais fracos. Que amor é esse que se desvencilha da vida que floresce?
O amor acolhe, abençoa, fortalece. É a expressão máxima da solidariedade. O amor, com certeza, não mata.
Redação do Momento Espírita.



Aborto e perfurações uterinas


Aborto e perfurações uterinas


Apesar de musculares, as paredes do útero são moles e sensíveis. Por esse motivo, o tubo de sucção utilizado no aborto por aspiração ou a faca podem facilmente perfurar o útero, causando potenciais infecções abdominais (peritonites: infecção da membrana serosa formada por dois folhetos, que reveste as paredes profundas do abdómen ou envolve os órgãos abdominais ) e perdas de sangue graves. Em alguns casos, a perfuração durante o procedimento de aborto pode mesmo fazer com que os intestinos penetrem na cavidade uterina. Cerca de 2 a 3% das mulheres que se submetem a um aborto podem sofrer de perfurações uterinas. Estes danos mantêm-se geralmente por diagnosticar e tratar a menos que seja efetuado um exame com laparoscopia [ exame visual da cavidade abdominal (previamente distendida por injeção de ar ou de gases estéreis, por meio de um endoscópio introduzido através da parede abdominal, ou por via vaginal ].
O risco de perfuração do útero aumenta em mulheres que já tenham dado à luz anteriormente e para aquelas que recebem uma anestesia geral durante o procedimento do aborto. Os danos no útero podem resultar em complicações numa gravidez futura e eventualmente evoluir para problemas que tornem necessária um histerectomia (remoção do útero)

Aborto e lacerações cervicais


Aborto e lacerações cervicais


Em pelo menos 1% dos abortos realizados 


durante o primeiro trimestre de gestação 


rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo 


] cervicais significantes que necessitam ser 


suturadas. O risco de danos cervicais é 


maior em adolescentes, em abortos durante 


o segundo trimestre, e quando quem os 


realiza utiliza inadequadamente a laminaria 


durante o processo de dilatação do colo do


 útero.
Danos físicos e psicológicos resultantes do 


aborto são mais frequentes em jovens e 


adolescentes. Ao contrário das mulheres 


mais velhas, nestas idades o colo do útero 


ainda está imaturo, havendo por isso o risco 


de uma dilatação 


difícil e potencialmente traumática. Neste


casos o colo do útero é pequeno e apertado, 


especialmente em casos da primeira 


gravidez, e especialmente susceptível a 


danos durante a dilatação. Os problemas da 


prática do aborto nestas condições levam a 


outros problemas em gravidezes no futuro. 


Algumas das complicações mais graves 


ocorrem em adolescentes/jovens.

Às mulheres que já abortaram




Um pensamento especial quereria reservá-lo



 para vós, mulheres, que recorrestes ao


 aborto. A Igreja está a par dos numerosos


 condicionalismos que poderiam ter influído


 sobre a vossa decisão, e não duvida que, em


 muitos casos, se tratou de uma decisão


 difícil, talvez dramática. Provavelmente a


 ferida no vosso espírito ainda não está


 sarada. Na realidade,aquilo que aconteceu,


 foi e permanece profundamente injusto. 

Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem


 percais a esperança. Sabei, antes,


 compreender o que se verificou e


 interpretai-o em toda a sua verdade. Se não


 o fizestes ainda, abri-vos com humildade e


 confiança ao arrependimento: o Pai de toda


 a misericórdia espera-vos para vos oferecer


 o seu perdão e a sua paz no sacramento da


 Reconciliação. 

A este mesmo Pai e à sua misericórdia,


 podeis com esperança confiar o vosso


 menino. Ajudadas pelo conselho e pela


 solidariedade de pessoas amigas e


 competentes, podereis contar-vos, com o


 vosso doloroso testemunho, entre os mais


 eloquentes defensores do direito de todos à


 vida. Através do vosso compromisso a favor


 da vida, coroado eventualmente com o


 nascimento de novos filhos e exercido


 através do acolhimento e atenção a quem


 está mais carecido de solidariedade, sereis


 artífices de um novo modo de olhar a vida


 do homem.

Nota: quando eu tinha uns 8 ou 9 anos


 minha mãe engavidou e perdeu o bebê


 espontanemente, esses dias ela me disse que 


ficava pensando em como ele seria se tivesse


 nascido e falava toda saudosa e meio


 melancôlica, ele teria por volta de uns 15


 anos hoje. Agora eu fico pensando, se para


 uma mulher que sofreu aborto natural é um 


sofrimento, como seria para uma mulher que


 o induziu?

Aborto e Incompetência Cervical!


Aborto e incompetência cervical


A incompetência cervical é a principal razão 


dos nascimentos precoces e perdas durante a


 gravidez. Pode resultar de uma dilatação 


forçada e precoce do colo do útero. 


Normalmente o colo do útero é rígido e 


apertado. Durante o procedimento de aborto


 induzido, os músculos cervicais tem de ser 


dilatados para abrir e permitir ao 


executante do aborto acesso ao útero. 


Quando uma placenta bem fixada é raspada 


juntamente com o feto através de um útero 


fechado protegido por um colo do útero 


longo ainda não maduro, este músculo em 


forma de anel pode ser e geralmente é 


forçado. Se um número significativo de 


fibras deste músculo forem distendidas, o 


colo do útero fica permanentemente 


enfraquecido ou “incompetente”, ocorrendo 


os danos maiores se for a primeira gravidez.
O resultado, a incompetência cervical, 


poderá manifestar-se numa gravidez futura. 


A mulher pode não conseguir manter o feto 


até ao fim do período de gestação porque o 


músculo que mantém o útero fechado 


suportando o feto está relaxado. Noutras 


palavras, o colo do útero torna-se fraco e 


não consegue permanecer fechado e 


suportar o peso de um feto em crescimento 


numa gravidez.



Aborto ilegal é a terceira causa de morte materna no Brasil








Falta de informação e
 
discriminação 

aumenta o índice de 

aborto ilegal no 

País


O aborto é um tema 

polêmico na sociedade 

brasileira, sobretudo nos

 eixos culturais, 

politícos e religiosos, que herdaram o 

conservadorismo. Ao tratar do direito de 

aborto em circunstâncias de violência 


sexual, algumas mulheres recorrem ao 

aborto ilegal ao deparar-se com o 


preconceito e falta de informação. Como 

consequência, aumenta o número de morte 

maternas no País.
No Brasil, o artigo 128 do código penal prevê


 o direito de aborto legal nos casos de 


violência sexual ou quando a gestação 


oferece graves riscos para saúde da 


gestante. Contudo, a mulher assegurada pela


 legislação sofre preconceitos, pressões, e 


pré-julgamentos.
A vítima encontra diferentes obstáculos ao 


optar pelo o aborto legal. A falta de 


informação sobre os direitos e a lei é um 


deles. Os pedidos de autorização judicial, 


como o boletim de ocorrência, laudo do 


Instituto Médico Legal (IML) e o corpo 


delito, exame para analisar evidências 


deixadas pelo criminoso complementam a 


lista de solicitações.
As exigências são muitas, apesar de algumas

 unidades públicas não disponibilizarem o 

serviço de aborto legal, o direito a 

medicamentos específicos, além de médicos 

que se negam a fazê-lo

Esses dados resultam no alto índice de 

aborto clandestino no País, totalizando a 

terceira causa de óbito materno, segundo 

relatório da Federação Internacional de 

Planejamento Familiar (IPPF). O aborto 

clandestino é um procedimento inseguro, que

 causa sequelas, esterilidade ou até mesmo, a 

morte de mulheres.
É um problema grave de várias 

ramificações. A cultura 

brasileira ainda qualifica a 

mulher como única responsável, 

o quê justifica o ato do agressor. 

As religiões possuem forte influência na 

sociedade, como Evangélicas, Judaísmo, 

Espirítimos e principalmente a Católica são

 contra o aborto, mesmo em caso de 

violência sexual. Essas instituícões 

consideram crime e assassinato o aborto.

Muitas mulheres recorrem ao aborto ilegal 


para evitar o constrangimento de duas 


grandes violências: a sexual e o preconceito 


social.

Por Kizzy Fonseca

Embora a lei defenda o aborto em caso de 

risco de vida da futura mãe e em caso de 

estupro,há que se pensar também que o feto 

é uma vida. Sendo assim,quem decidir pelo 

aborto dessa vida que se inicia,tem a 

responsabilidade dessa morte. Certamente se

 a futura mãe optar por levar a gravidez 

adiante,Deus fará sua parte em defesa 

dessas vidas! No caso do estupro,um ato 

monstruoso não pode ser resolvido com 

outro ato monstruoso. O canalha deve pagar

 por seu erro,mas o feto,essa nova vida que 

se inicia,não tem culpa de atos insanos.

Deve-se orientar a vítima com psicólogos 

para que a gravidez seja levada até o final e 

se a vítima não aceitar o bebê,deve ser 

encaminhado para adoção. Certamente 

alguém irá amar essa criança como seu 

próprio filho!

Que Deus nos ajude à tomar decisões sábias e 

sempre em defesa da "vida".


(Célia Kaczmarek)