Falta de informação e discriminação
aumenta o índice de
aborto ilegal no
País
O aborto é um tema
polêmico na sociedade
brasileira, sobretudo nos
eixos culturais,
politícos e religiosos, que herdaram o
conservadorismo. Ao tratar do direito de
aborto em circunstâncias de violência
sexual, algumas mulheres recorrem ao
aborto ilegal ao deparar-se com o
preconceito e falta de informação. Como
consequência, aumenta o número de morte
maternas no País.
No Brasil, o artigo 128 do código penal prevê
o direito de aborto legal nos casos de
violência sexual ou quando a gestação
oferece graves riscos para saúde da
gestante. Contudo, a mulher assegurada pela
legislação sofre preconceitos, pressões, e
pré-julgamentos.
o direito de aborto legal nos casos de
violência sexual ou quando a gestação
oferece graves riscos para saúde da
gestante. Contudo, a mulher assegurada pela
legislação sofre preconceitos, pressões, e
pré-julgamentos.
A vítima encontra diferentes obstáculos ao
optar pelo o aborto legal. A falta de
informação sobre os direitos e a lei é um
deles. Os pedidos de autorização judicial,
como o boletim de ocorrência, laudo do
Instituto Médico Legal (IML) e o corpo
delito, exame para analisar evidências
deixadas pelo criminoso complementam a
lista de solicitações.
optar pelo o aborto legal. A falta de
informação sobre os direitos e a lei é um
deles. Os pedidos de autorização judicial,
como o boletim de ocorrência, laudo do
Instituto Médico Legal (IML) e o corpo
delito, exame para analisar evidências
deixadas pelo criminoso complementam a
lista de solicitações.
As exigências são muitas, apesar de algumas
unidades públicas não disponibilizarem o
serviço de aborto legal, o direito a
medicamentos específicos, além de médicos
que se negam a fazê-lo
Esses dados resultam no alto índice de
aborto clandestino no País, totalizando a
terceira causa de óbito materno, segundo
relatório da Federação Internacional de
Planejamento Familiar (IPPF). O aborto
clandestino é um procedimento inseguro, que
causa sequelas, esterilidade ou até mesmo, a
morte de mulheres.
ramificações. A cultura
brasileira ainda qualifica a
mulher como única responsável,
o quê justifica o ato do agressor.
As religiões possuem forte influência na
sociedade, como Evangélicas, Judaísmo,
Espirítimos e principalmente a Católica são
contra o aborto, mesmo em caso de
violência sexual. Essas instituícões
consideram crime e assassinato o aborto.
Muitas mulheres recorrem ao aborto ilegal
para evitar o constrangimento de duas
grandes violências: a sexual e o preconceito
social.
para evitar o constrangimento de duas
grandes violências: a sexual e o preconceito
social.
Por Kizzy Fonseca
Embora a lei defenda o aborto em caso de
risco de vida da futura mãe e em caso de
estupro,há que se pensar também que o feto
é uma vida. Sendo assim,quem decidir pelo
aborto dessa vida que se inicia,tem a
responsabilidade dessa morte. Certamente se
a futura mãe optar por levar a gravidez
adiante,Deus fará sua parte em defesa
dessas vidas! No caso do estupro,um ato
monstruoso não pode ser resolvido com
outro ato monstruoso. O canalha deve pagar
por seu erro,mas o feto,essa nova vida que
se inicia,não tem culpa de atos insanos.
Deve-se orientar a vítima com psicólogos
para que a gravidez seja levada até o final e
se a vítima não aceitar o bebê,deve ser
encaminhado para adoção. Certamente
alguém irá amar essa criança como seu
próprio filho!
Que Deus nos ajude à tomar decisões sábias e
sempre em defesa da "vida".
(Célia Kaczmarek)
