Aborto e lacerações cervicais
Em pelo menos 1% dos abortos realizados
durante o primeiro trimestre de gestação
rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo
] cervicais significantes que necessitam ser
suturadas. O risco de danos cervicais é
maior em adolescentes, em abortos durante
o segundo trimestre, e quando quem os
realiza utiliza inadequadamente a laminaria
durante o processo de dilatação do colo do
útero.
durante o primeiro trimestre de gestação
rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo
] cervicais significantes que necessitam ser
suturadas. O risco de danos cervicais é
maior em adolescentes, em abortos durante
o segundo trimestre, e quando quem os
realiza utiliza inadequadamente a laminaria
durante o processo de dilatação do colo do
útero.
Danos físicos e psicológicos resultantes do
aborto são mais frequentes em jovens e
adolescentes. Ao contrário das mulheres
mais velhas, nestas idades o colo do útero
ainda está imaturo, havendo por isso o risco
de uma dilatação
difícil e potencialmente traumática. Neste
casos o colo do útero é pequeno e apertado,
especialmente em casos da primeira
gravidez, e especialmente susceptível a
danos durante a dilatação. Os problemas da
prática do aborto nestas condições levam a
outros problemas em gravidezes no futuro.
Algumas das complicações mais graves
ocorrem em adolescentes/jovens.
aborto são mais frequentes em jovens e
adolescentes. Ao contrário das mulheres
mais velhas, nestas idades o colo do útero
ainda está imaturo, havendo por isso o risco
de uma dilatação
difícil e potencialmente traumática. Neste
casos o colo do útero é pequeno e apertado,
especialmente em casos da primeira
gravidez, e especialmente susceptível a
danos durante a dilatação. Os problemas da
prática do aborto nestas condições levam a
outros problemas em gravidezes no futuro.
Algumas das complicações mais graves
ocorrem em adolescentes/jovens.
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