TUDO SOBRE ABORTO E SUAS CAUSAS! "ADOLESCÊNCIA"...CUIDADOS NA INICIAÇÃO SEXUAL! "DOENÇAS"...DESCOBERTAS DA MEDICINA... DÚVIDAS? PESQUISE AQUI!
Mãe
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
FALTA DE RESPEITO POR VC MESMO.

Sexo virou brincadeira,
Amizades todas falsasAbraço é desculpa pra se aproveitar.
Beijar na boca virou disputa.
Eu te amo virou bom dia.
Alianças vão parar no bolso.
Elogiar é chamar de gostosa.
Namoro é brega.
Amor é perda de tempo.
Pessoas ligam por aparencia...
É, cada vez mais o ser humano se
perde em coisas tão simples e transforma o
que deveria ser puro e bonito em algo sujo,
perde em coisas tão simples e transforma o
que deveria ser puro e bonito em algo sujo,
feio, sem graça e sem valor algum.
Você concorda????
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
UTILIDADE PÚBLICA-Ginecologista tira dúvidas!
A beleza do corpo feminino é bastante admirada, mas ainda existem vários tabus, principalmente a cerca das partes genitais das mulheres. Estes receios em grande parte são devido ao desconhecimento das pessoas em relação ao próprio corpo ou ao do sexo oposto. Para ajudar as mulheres conhecerem o próprio corpo e os homens desvendarem as parceiras, Fernando Zamith recebe nos estúdios da Jovem Pan Online Renata Loreto, médica ginecologista e especialista em oncologia pélvica. Confira também a segunda parte da entrevista e a terceira.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A GRÁVIDA
A GRÁVIDA
Sei que a semente já germinou
E que breve o fruto irá nascer.
Os sinos irão dobrar para ele.
Pois serão outros Anjos que o vão trazer.
Amado ele será.
Pois sua mãe é uma Fada.
Amor não lhe faltará!
Eleve teu pensamento.
Agradeça ao Criador.
Pois quando chegar o momento.
A vida, tu darás muito mais valor!
Autor – GUERREIRO DA LUZ
Sei que a semente já germinou
E que breve o fruto irá nascer.
Os sinos irão dobrar para ele.
Pois serão outros Anjos que o vão trazer.
Amado ele será.
Pois sua mãe é uma Fada.
Amor não lhe faltará!
Eleve teu pensamento.
Agradeça ao Criador.
Pois quando chegar o momento.
A vida, tu darás muito mais valor!
Autor – GUERREIRO DA LUZ
Abortamento
Abortamento
Em que momento acontece o milagre da vida? Em que instante o sopro Divino passa a animar o corpo daquele novo ser que logo surgirá na Terra?
A resposta a essas perguntas sempre inquietou a Humanidade. Debruçaram-se sobre ela filósofos, religiosos e cientistas. Apenas a religião oferece certezas.
O mais interessante é que essas certezas são muito semelhantes, o que indica que as diversas tradições religiosas, ao redor do Mundo, guardam entre si muitas coisas em comum.
Por exemplo, quase todas as religiões ensinam que a vida inicia no momento da concepção.
Naquele momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, inicia-se o mais complexo e comovente processo: a formação de um novo corpo humano.
E, asseguram os religiosos, é nesse instante sublime que o Espírito se une ao corpo em formação.
Por isso, também, todas as religiões são unânimes em reprovar o aborto. A única exceção é quando a gravidez ameaça a vida da mãe. E isso também é uma unanimidade entre todas as crenças.
Ora, se é assim, se todas as religiões humanas desaconselham o aborto, por que a Humanidade insiste no abortamento?
O que faz com que pai e mãe escolham matar seu filhinho? O que nos move em direção a um ato que vitima uma criatura frágil e desprotegida?
Resposta: nosso egoísmo. Quando nos vemos em uma situação que ameaça nosso conforto, em geral nos defendemos escolhendo uma atitude defensiva.
O problema é quando a nossa atitude defensiva viola os direitos dos outros. E isso, definitivamente, acontece quando se faz um aborto.
Sim, porque no silêncio do ventre cresce um corpo que já tem dono. Será a morada de um Espírito imortal, abrigará um filho de Deus.
Quantas vezes nós, os que acreditamos em Deus, pensamos que aquele corpo em formação é a morada de um irmão nosso? Um ser especial que as mãos de Deus depositaram em nosso colo?
E como recebemos essa vida nova? O que fazemos com o Divino presente que nos chega às mãos? Será certo sufocá-lo quando está ainda tão frágil e pequenino?
Não. A vida pede proteção, amparo.
Em todos os países e idiomas do Mundo, a maternidade é louvada como sublime. Não podemos, em nome da modernidade, corromper os valores morais e éticos que herdamos. A lei natural é a do progresso. Jamais de retrocesso.
Hoje, o discurso de muita gente é que a mulher deve ter poder de decisão sobre seu corpo.
A legalização do aborto é tratada como avanço dos direitos humanos, pois se alega que a medida vai proteger as mulheres pobres que fazem abortos ilegais.
São argumentações equivocadas. Partem de princípios errôneos.
Primeiro, porque o feto é um ser à parte. Ele não faz parte do corpo da mãe.
E cabe a pergunta: De que direitos humanos falamos? Direitos humanos são para garantir práticas éticas e não para legalizar o assassinato de crianças.
E se desejamos, de fato, proteger as mulheres pobres das conseqüências de um aborto ilegal, deveríamos investir em saúde e educação.
São antídotos. Mulheres informadas usarão métodos contraceptivos, terão acesso a informação. Não precisarão matar para evitar uma gestação.
Por outro lado, onde fica o amor que tanto falamos e aspiramos sentir? O exercício do amor nos recomenda cuidar dos mais fracos. Que amor é esse que se desvencilha da vida que floresce?
O amor acolhe, abençoa, fortalece. É a expressão máxima da solidariedade. O amor, com certeza, não mata.
Redação do Momento Espírita.
Aborto e perfurações uterinas
Aborto e perfurações uterinas
Apesar de musculares, as paredes do útero são moles e sensíveis. Por esse motivo, o tubo de sucção utilizado no aborto por aspiração ou a faca podem facilmente perfurar o útero, causando potenciais infecções abdominais (peritonites: infecção da membrana serosa formada por dois folhetos, que reveste as paredes profundas do abdómen ou envolve os órgãos abdominais ) e perdas de sangue graves. Em alguns casos, a perfuração durante o procedimento de aborto pode mesmo fazer com que os intestinos penetrem na cavidade uterina. Cerca de 2 a 3% das mulheres que se submetem a um aborto podem sofrer de perfurações uterinas. Estes danos mantêm-se geralmente por diagnosticar e tratar a menos que seja efetuado um exame com laparoscopia [ exame visual da cavidade abdominal (previamente distendida por injeção de ar ou de gases estéreis, por meio de um endoscópio introduzido através da parede abdominal, ou por via vaginal ].
O risco de perfuração do útero aumenta em mulheres que já tenham dado à luz anteriormente e para aquelas que recebem uma anestesia geral durante o procedimento do aborto. Os danos no útero podem resultar em complicações numa gravidez futura e eventualmente evoluir para problemas que tornem necessária um histerectomia (remoção do útero)
Aborto e lacerações cervicais
Aborto e lacerações cervicais
Em pelo menos 1% dos abortos realizados
durante o primeiro trimestre de gestação
rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo
] cervicais significantes que necessitam ser
suturadas. O risco de danos cervicais é
maior em adolescentes, em abortos durante
o segundo trimestre, e quando quem os
realiza utiliza inadequadamente a laminaria
durante o processo de dilatação do colo do
útero.
durante o primeiro trimestre de gestação
rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo
] cervicais significantes que necessitam ser
suturadas. O risco de danos cervicais é
maior em adolescentes, em abortos durante
o segundo trimestre, e quando quem os
realiza utiliza inadequadamente a laminaria
durante o processo de dilatação do colo do
útero.
Danos físicos e psicológicos resultantes do
aborto são mais frequentes em jovens e
adolescentes. Ao contrário das mulheres
mais velhas, nestas idades o colo do útero
ainda está imaturo, havendo por isso o risco
de uma dilatação
difícil e potencialmente traumática. Neste
casos o colo do útero é pequeno e apertado,
especialmente em casos da primeira
gravidez, e especialmente susceptível a
danos durante a dilatação. Os problemas da
prática do aborto nestas condições levam a
outros problemas em gravidezes no futuro.
Algumas das complicações mais graves
ocorrem em adolescentes/jovens.
aborto são mais frequentes em jovens e
adolescentes. Ao contrário das mulheres
mais velhas, nestas idades o colo do útero
ainda está imaturo, havendo por isso o risco
de uma dilatação
difícil e potencialmente traumática. Neste
casos o colo do útero é pequeno e apertado,
especialmente em casos da primeira
gravidez, e especialmente susceptível a
danos durante a dilatação. Os problemas da
prática do aborto nestas condições levam a
outros problemas em gravidezes no futuro.
Algumas das complicações mais graves
ocorrem em adolescentes/jovens.
Às mulheres que já abortaram
Um pensamento especial quereria reservá-lo
para vós, mulheres, que recorrestes ao
aborto. A Igreja está a par dos numerosos
condicionalismos que poderiam ter influído
sobre a vossa decisão, e não duvida que, em
muitos casos, se tratou de uma decisão
difícil, talvez dramática. Provavelmente a
ferida no vosso espírito ainda não está
sarada. Na realidade,aquilo que aconteceu,
foi e permanece profundamente injusto.
Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem
percais a esperança. Sabei, antes,
compreender o que se verificou e
interpretai-o em toda a sua verdade. Se não
o fizestes ainda, abri-vos com humildade e
confiança ao arrependimento: o Pai de toda
a misericórdia espera-vos para vos oferecer
o seu perdão e a sua paz no sacramento da
Reconciliação.
percais a esperança. Sabei, antes,
compreender o que se verificou e
interpretai-o em toda a sua verdade. Se não
o fizestes ainda, abri-vos com humildade e
confiança ao arrependimento: o Pai de toda
a misericórdia espera-vos para vos oferecer
o seu perdão e a sua paz no sacramento da
Reconciliação.
A este mesmo Pai e à sua misericórdia,
podeis com esperança confiar o vosso
menino. Ajudadas pelo conselho e pela
solidariedade de pessoas amigas e
competentes, podereis contar-vos, com o
vosso doloroso testemunho, entre os mais
eloquentes defensores do direito de todos à
vida. Através do vosso compromisso a favor
da vida, coroado eventualmente com o
nascimento de novos filhos e exercido
através do acolhimento e atenção a quem
está mais carecido de solidariedade, sereis
artífices de um novo modo de olhar a vida
do homem.
podeis com esperança confiar o vosso
menino. Ajudadas pelo conselho e pela
solidariedade de pessoas amigas e
competentes, podereis contar-vos, com o
vosso doloroso testemunho, entre os mais
eloquentes defensores do direito de todos à
vida. Através do vosso compromisso a favor
da vida, coroado eventualmente com o
nascimento de novos filhos e exercido
através do acolhimento e atenção a quem
está mais carecido de solidariedade, sereis
artífices de um novo modo de olhar a vida
do homem.
Nota: quando eu tinha uns 8 ou 9 anos
minha mãe engavidou e perdeu o bebê
espontanemente, esses dias ela me disse que
ficava pensando em como ele seria se tivesse
nascido e falava toda saudosa e meio
melancôlica, ele teria por volta de uns 15
anos hoje. Agora eu fico pensando, se para
uma mulher que sofreu aborto natural é um
sofrimento, como seria para uma mulher que
o induziu?
minha mãe engavidou e perdeu o bebê
espontanemente, esses dias ela me disse que
ficava pensando em como ele seria se tivesse
nascido e falava toda saudosa e meio
melancôlica, ele teria por volta de uns 15
anos hoje. Agora eu fico pensando, se para
uma mulher que sofreu aborto natural é um
sofrimento, como seria para uma mulher que
o induziu?
Aborto e Incompetência Cervical!
Aborto e incompetência cervical
A incompetência cervical é a principal razão
dos nascimentos precoces e perdas durante a
gravidez. Pode resultar de uma dilatação
forçada e precoce do colo do útero.
Normalmente o colo do útero é rígido e
apertado. Durante o procedimento de aborto
induzido, os músculos cervicais tem de ser
dilatados para abrir e permitir ao
executante do aborto acesso ao útero.
Quando uma placenta bem fixada é raspada
juntamente com o feto através de um útero
fechado protegido por um colo do útero
longo ainda não maduro, este músculo em
forma de anel pode ser e geralmente é
forçado. Se um número significativo de
fibras deste músculo forem distendidas, o
colo do útero fica permanentemente
enfraquecido ou “incompetente”, ocorrendo
os danos maiores se for a primeira gravidez.
dos nascimentos precoces e perdas durante a
gravidez. Pode resultar de uma dilatação
forçada e precoce do colo do útero.
Normalmente o colo do útero é rígido e
apertado. Durante o procedimento de aborto
induzido, os músculos cervicais tem de ser
dilatados para abrir e permitir ao
executante do aborto acesso ao útero.
Quando uma placenta bem fixada é raspada
juntamente com o feto através de um útero
fechado protegido por um colo do útero
longo ainda não maduro, este músculo em
forma de anel pode ser e geralmente é
forçado. Se um número significativo de
fibras deste músculo forem distendidas, o
colo do útero fica permanentemente
enfraquecido ou “incompetente”, ocorrendo
os danos maiores se for a primeira gravidez.
O resultado, a incompetência cervical,
poderá manifestar-se numa gravidez futura.
A mulher pode não conseguir manter o feto
até ao fim do período de gestação porque o
músculo que mantém o útero fechado
suportando o feto está relaxado. Noutras
palavras, o colo do útero torna-se fraco e
não consegue permanecer fechado e
suportar o peso de um feto em crescimento
numa gravidez.
poderá manifestar-se numa gravidez futura.
A mulher pode não conseguir manter o feto
até ao fim do período de gestação porque o
músculo que mantém o útero fechado
suportando o feto está relaxado. Noutras
palavras, o colo do útero torna-se fraco e
não consegue permanecer fechado e
suportar o peso de um feto em crescimento
numa gravidez.
Aborto ilegal é a terceira causa de morte materna no Brasil
Falta de informação e discriminação
aumenta o índice de
aborto ilegal no
País
O aborto é um tema
polêmico na sociedade
brasileira, sobretudo nos
eixos culturais,
politícos e religiosos, que herdaram o
conservadorismo. Ao tratar do direito de
aborto em circunstâncias de violência
sexual, algumas mulheres recorrem ao
aborto ilegal ao deparar-se com o
preconceito e falta de informação. Como
consequência, aumenta o número de morte
maternas no País.
No Brasil, o artigo 128 do código penal prevê
o direito de aborto legal nos casos de
violência sexual ou quando a gestação
oferece graves riscos para saúde da
gestante. Contudo, a mulher assegurada pela
legislação sofre preconceitos, pressões, e
pré-julgamentos.
o direito de aborto legal nos casos de
violência sexual ou quando a gestação
oferece graves riscos para saúde da
gestante. Contudo, a mulher assegurada pela
legislação sofre preconceitos, pressões, e
pré-julgamentos.
A vítima encontra diferentes obstáculos ao
optar pelo o aborto legal. A falta de
informação sobre os direitos e a lei é um
deles. Os pedidos de autorização judicial,
como o boletim de ocorrência, laudo do
Instituto Médico Legal (IML) e o corpo
delito, exame para analisar evidências
deixadas pelo criminoso complementam a
lista de solicitações.
optar pelo o aborto legal. A falta de
informação sobre os direitos e a lei é um
deles. Os pedidos de autorização judicial,
como o boletim de ocorrência, laudo do
Instituto Médico Legal (IML) e o corpo
delito, exame para analisar evidências
deixadas pelo criminoso complementam a
lista de solicitações.
As exigências são muitas, apesar de algumas
unidades públicas não disponibilizarem o
serviço de aborto legal, o direito a
medicamentos específicos, além de médicos
que se negam a fazê-lo
Esses dados resultam no alto índice de
aborto clandestino no País, totalizando a
terceira causa de óbito materno, segundo
relatório da Federação Internacional de
Planejamento Familiar (IPPF). O aborto
clandestino é um procedimento inseguro, que
causa sequelas, esterilidade ou até mesmo, a
morte de mulheres.
ramificações. A cultura
brasileira ainda qualifica a
mulher como única responsável,
o quê justifica o ato do agressor.
As religiões possuem forte influência na
sociedade, como Evangélicas, Judaísmo,
Espirítimos e principalmente a Católica são
contra o aborto, mesmo em caso de
violência sexual. Essas instituícões
consideram crime e assassinato o aborto.
Muitas mulheres recorrem ao aborto ilegal
para evitar o constrangimento de duas
grandes violências: a sexual e o preconceito
social.
para evitar o constrangimento de duas
grandes violências: a sexual e o preconceito
social.
Por Kizzy Fonseca
Embora a lei defenda o aborto em caso de
risco de vida da futura mãe e em caso de
estupro,há que se pensar também que o feto
é uma vida. Sendo assim,quem decidir pelo
aborto dessa vida que se inicia,tem a
responsabilidade dessa morte. Certamente se
a futura mãe optar por levar a gravidez
adiante,Deus fará sua parte em defesa
dessas vidas! No caso do estupro,um ato
monstruoso não pode ser resolvido com
outro ato monstruoso. O canalha deve pagar
por seu erro,mas o feto,essa nova vida que
se inicia,não tem culpa de atos insanos.
Deve-se orientar a vítima com psicólogos
para que a gravidez seja levada até o final e
se a vítima não aceitar o bebê,deve ser
encaminhado para adoção. Certamente
alguém irá amar essa criança como seu
próprio filho!
Que Deus nos ajude à tomar decisões sábias e
sempre em defesa da "vida".
(Célia Kaczmarek)
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