Mãe

Mãe

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Psicologia e Ética- Aborto

A verdade sobre os danos do aborto nas mulheres

As lágrimas de um anjo - Aborto

Aborto real ( pessoas sensíveis cuidado )

Os problemas do aborto na visão de religiosos e médicos

Pr. Silas Malafaia na CCJ contra o aborto (02.07.08) - 1

Pr. Silas Malafaia na CCJ contra o aborto (02.07.08) - 3

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

FALTA DE RESPEITO POR VC MESMO.

Sexo virou brincadeira,
Amizades todas falsas
Abraço é desculpa pra se aproveitar.
Beijar na boca virou disputa.
Eu te amo virou bom dia.
Alianças vão parar no bolso.
Elogiar é chamar de gostosa.
Namoro é brega.
Amor é perda de tempo.
Pessoas ligam por aparencia...


É, cada vez mais o ser humano se
perde em coisas tão simples e transforma o
que deveria ser puro e bonito em algo sujo,
feio, sem graça e sem valor algum.
Você concorda????

Gravidez na adolescencia

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Sexualidade na adolescência

UTILIDADE PÚBLICA...COMO USAR UM PRESERVATIVO!

UTILIDADE PÚBLICA-Ginecologista tira dúvidas!



A beleza do corpo feminino é bastante admirada, mas ainda existem vários tabus, principalmente a cerca das partes genitais das mulheres. Estes receios em grande parte são devido ao desconhecimento das pessoas em relação ao próprio corpo ou ao do sexo oposto. Para ajudar as mulheres conhecerem o próprio corpo e os homens desvendarem as parceiras, Fernando Zamith recebe nos estúdios da Jovem Pan Online Renata Loreto, médica ginecologista e especialista em oncologia pélvica. Confira também a segunda parte da entrevista e a terceira.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Documentario Meninas gravidez na adolescencia Completo (ORIGINAL)

Gravidez na adolescencia

A GRÁVIDA


A GRÁVIDA

Sei que a semente já germinou
E que breve o fruto irá nascer.
Os sinos irão dobrar para ele.
Pois serão outros Anjos que o vão trazer.
Amado ele será.
Pois sua mãe é uma Fada.
Amor não lhe faltará!
Eleve teu pensamento.
Agradeça ao Criador.
Pois quando chegar o momento.
A vida, tu darás muito mais valor!

Autor – GUERREIRO DA LUZ 

Abortamento

Abortamento

Em que momento acontece o milagre da vida? Em que instante o sopro Divino passa a animar o corpo daquele novo ser que logo surgirá na Terra?
A resposta a essas perguntas sempre inquietou a Humanidade. Debruçaram-se sobre ela filósofos, religiosos e cientistas. Apenas a religião oferece certezas.
O mais interessante é que essas certezas são muito semelhantes, o que indica que as diversas tradições religiosas, ao redor do Mundo, guardam entre si muitas coisas em comum.
Por exemplo, quase todas as religiões ensinam que a vida inicia no momento da concepção.
Naquele momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, inicia-se o mais complexo e comovente processo: a formação de um novo corpo humano.
E, asseguram os religiosos, é nesse instante sublime que o Espírito se une ao corpo em formação.
Por isso, também, todas as religiões são unânimes em reprovar o aborto. A única exceção é quando a gravidez ameaça a vida da mãe. E isso também é uma unanimidade entre todas as crenças.
Ora, se é assim, se todas as religiões humanas desaconselham o aborto, por que a Humanidade insiste no abortamento?
O que faz com que pai e mãe escolham matar seu filhinho? O que nos move em direção a um ato que vitima uma criatura frágil e desprotegida?
Resposta: nosso egoísmo. Quando nos vemos em uma situação que ameaça nosso conforto, em geral nos defendemos escolhendo uma atitude defensiva.
O problema é quando a nossa atitude defensiva viola os direitos dos outros. E isso, definitivamente, acontece quando se faz um aborto.
Sim, porque no silêncio do ventre cresce um corpo que já tem dono. Será a morada de um Espírito imortal, abrigará um filho de Deus.
Quantas vezes nós, os que acreditamos em Deus, pensamos que aquele corpo em formação é a morada de um irmão nosso? Um ser especial que as mãos de Deus depositaram em nosso colo?
E como recebemos essa vida nova? O que fazemos com o Divino presente que nos chega às mãos? Será certo sufocá-lo quando está ainda tão frágil e pequenino?
Não. A vida pede proteção, amparo.
Em todos os países e idiomas do Mundo, a maternidade é louvada como sublime. Não podemos, em nome da modernidade, corromper os valores morais e éticos que herdamos. A lei natural é a do progresso. Jamais de retrocesso.
Hoje, o discurso de muita gente é que a mulher deve ter poder de decisão sobre seu corpo.
A legalização do aborto é tratada como avanço dos direitos humanos, pois se alega que a medida vai proteger as mulheres pobres que fazem abortos ilegais.
São argumentações equivocadas. Partem de princípios errôneos.
Primeiro, porque o feto é um ser à parte. Ele não faz parte do corpo da mãe.
E cabe a pergunta: De que direitos humanos falamos? Direitos humanos são para garantir práticas éticas e não para legalizar o assassinato de crianças.
E se desejamos, de fato, proteger as mulheres pobres das conseqüências de um aborto ilegal, deveríamos investir em saúde e educação.
São antídotos. Mulheres informadas usarão métodos contraceptivos, terão acesso a informação. Não precisarão matar para evitar uma gestação.
Por outro lado, onde fica o amor que tanto falamos e aspiramos sentir? O exercício do amor nos recomenda cuidar dos mais fracos. Que amor é esse que se desvencilha da vida que floresce?
O amor acolhe, abençoa, fortalece. É a expressão máxima da solidariedade. O amor, com certeza, não mata.
Redação do Momento Espírita.



Aborto e perfurações uterinas


Aborto e perfurações uterinas


Apesar de musculares, as paredes do útero são moles e sensíveis. Por esse motivo, o tubo de sucção utilizado no aborto por aspiração ou a faca podem facilmente perfurar o útero, causando potenciais infecções abdominais (peritonites: infecção da membrana serosa formada por dois folhetos, que reveste as paredes profundas do abdómen ou envolve os órgãos abdominais ) e perdas de sangue graves. Em alguns casos, a perfuração durante o procedimento de aborto pode mesmo fazer com que os intestinos penetrem na cavidade uterina. Cerca de 2 a 3% das mulheres que se submetem a um aborto podem sofrer de perfurações uterinas. Estes danos mantêm-se geralmente por diagnosticar e tratar a menos que seja efetuado um exame com laparoscopia [ exame visual da cavidade abdominal (previamente distendida por injeção de ar ou de gases estéreis, por meio de um endoscópio introduzido através da parede abdominal, ou por via vaginal ].
O risco de perfuração do útero aumenta em mulheres que já tenham dado à luz anteriormente e para aquelas que recebem uma anestesia geral durante o procedimento do aborto. Os danos no útero podem resultar em complicações numa gravidez futura e eventualmente evoluir para problemas que tornem necessária um histerectomia (remoção do útero)

Aborto e lacerações cervicais


Aborto e lacerações cervicais


Em pelo menos 1% dos abortos realizados 


durante o primeiro trimestre de gestação 


rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo 


] cervicais significantes que necessitam ser 


suturadas. O risco de danos cervicais é 


maior em adolescentes, em abortos durante 


o segundo trimestre, e quando quem os 


realiza utiliza inadequadamente a laminaria 


durante o processo de dilatação do colo do


 útero.
Danos físicos e psicológicos resultantes do 


aborto são mais frequentes em jovens e 


adolescentes. Ao contrário das mulheres 


mais velhas, nestas idades o colo do útero 


ainda está imaturo, havendo por isso o risco 


de uma dilatação 


difícil e potencialmente traumática. Neste


casos o colo do útero é pequeno e apertado, 


especialmente em casos da primeira 


gravidez, e especialmente susceptível a 


danos durante a dilatação. Os problemas da 


prática do aborto nestas condições levam a 


outros problemas em gravidezes no futuro. 


Algumas das complicações mais graves 


ocorrem em adolescentes/jovens.

Às mulheres que já abortaram




Um pensamento especial quereria reservá-lo



 para vós, mulheres, que recorrestes ao


 aborto. A Igreja está a par dos numerosos


 condicionalismos que poderiam ter influído


 sobre a vossa decisão, e não duvida que, em


 muitos casos, se tratou de uma decisão


 difícil, talvez dramática. Provavelmente a


 ferida no vosso espírito ainda não está


 sarada. Na realidade,aquilo que aconteceu,


 foi e permanece profundamente injusto. 

Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem


 percais a esperança. Sabei, antes,


 compreender o que se verificou e


 interpretai-o em toda a sua verdade. Se não


 o fizestes ainda, abri-vos com humildade e


 confiança ao arrependimento: o Pai de toda


 a misericórdia espera-vos para vos oferecer


 o seu perdão e a sua paz no sacramento da


 Reconciliação. 

A este mesmo Pai e à sua misericórdia,


 podeis com esperança confiar o vosso


 menino. Ajudadas pelo conselho e pela


 solidariedade de pessoas amigas e


 competentes, podereis contar-vos, com o


 vosso doloroso testemunho, entre os mais


 eloquentes defensores do direito de todos à


 vida. Através do vosso compromisso a favor


 da vida, coroado eventualmente com o


 nascimento de novos filhos e exercido


 através do acolhimento e atenção a quem


 está mais carecido de solidariedade, sereis


 artífices de um novo modo de olhar a vida


 do homem.

Nota: quando eu tinha uns 8 ou 9 anos


 minha mãe engavidou e perdeu o bebê


 espontanemente, esses dias ela me disse que 


ficava pensando em como ele seria se tivesse


 nascido e falava toda saudosa e meio


 melancôlica, ele teria por volta de uns 15


 anos hoje. Agora eu fico pensando, se para


 uma mulher que sofreu aborto natural é um 


sofrimento, como seria para uma mulher que


 o induziu?

Aborto e Incompetência Cervical!


Aborto e incompetência cervical


A incompetência cervical é a principal razão 


dos nascimentos precoces e perdas durante a


 gravidez. Pode resultar de uma dilatação 


forçada e precoce do colo do útero. 


Normalmente o colo do útero é rígido e 


apertado. Durante o procedimento de aborto


 induzido, os músculos cervicais tem de ser 


dilatados para abrir e permitir ao 


executante do aborto acesso ao útero. 


Quando uma placenta bem fixada é raspada 


juntamente com o feto através de um útero 


fechado protegido por um colo do útero 


longo ainda não maduro, este músculo em 


forma de anel pode ser e geralmente é 


forçado. Se um número significativo de 


fibras deste músculo forem distendidas, o 


colo do útero fica permanentemente 


enfraquecido ou “incompetente”, ocorrendo 


os danos maiores se for a primeira gravidez.
O resultado, a incompetência cervical, 


poderá manifestar-se numa gravidez futura. 


A mulher pode não conseguir manter o feto 


até ao fim do período de gestação porque o 


músculo que mantém o útero fechado 


suportando o feto está relaxado. Noutras 


palavras, o colo do útero torna-se fraco e 


não consegue permanecer fechado e 


suportar o peso de um feto em crescimento 


numa gravidez.



Aborto ilegal é a terceira causa de morte materna no Brasil








Falta de informação e
 
discriminação 

aumenta o índice de 

aborto ilegal no 

País


O aborto é um tema 

polêmico na sociedade 

brasileira, sobretudo nos

 eixos culturais, 

politícos e religiosos, que herdaram o 

conservadorismo. Ao tratar do direito de 

aborto em circunstâncias de violência 


sexual, algumas mulheres recorrem ao 

aborto ilegal ao deparar-se com o 


preconceito e falta de informação. Como 

consequência, aumenta o número de morte 

maternas no País.
No Brasil, o artigo 128 do código penal prevê


 o direito de aborto legal nos casos de 


violência sexual ou quando a gestação 


oferece graves riscos para saúde da 


gestante. Contudo, a mulher assegurada pela


 legislação sofre preconceitos, pressões, e 


pré-julgamentos.
A vítima encontra diferentes obstáculos ao 


optar pelo o aborto legal. A falta de 


informação sobre os direitos e a lei é um 


deles. Os pedidos de autorização judicial, 


como o boletim de ocorrência, laudo do 


Instituto Médico Legal (IML) e o corpo 


delito, exame para analisar evidências 


deixadas pelo criminoso complementam a 


lista de solicitações.
As exigências são muitas, apesar de algumas

 unidades públicas não disponibilizarem o 

serviço de aborto legal, o direito a 

medicamentos específicos, além de médicos 

que se negam a fazê-lo

Esses dados resultam no alto índice de 

aborto clandestino no País, totalizando a 

terceira causa de óbito materno, segundo 

relatório da Federação Internacional de 

Planejamento Familiar (IPPF). O aborto 

clandestino é um procedimento inseguro, que

 causa sequelas, esterilidade ou até mesmo, a 

morte de mulheres.
É um problema grave de várias 

ramificações. A cultura 

brasileira ainda qualifica a 

mulher como única responsável, 

o quê justifica o ato do agressor. 

As religiões possuem forte influência na 

sociedade, como Evangélicas, Judaísmo, 

Espirítimos e principalmente a Católica são

 contra o aborto, mesmo em caso de 

violência sexual. Essas instituícões 

consideram crime e assassinato o aborto.

Muitas mulheres recorrem ao aborto ilegal 


para evitar o constrangimento de duas 


grandes violências: a sexual e o preconceito 


social.

Por Kizzy Fonseca

Embora a lei defenda o aborto em caso de 

risco de vida da futura mãe e em caso de 

estupro,há que se pensar também que o feto 

é uma vida. Sendo assim,quem decidir pelo 

aborto dessa vida que se inicia,tem a 

responsabilidade dessa morte. Certamente se

 a futura mãe optar por levar a gravidez 

adiante,Deus fará sua parte em defesa 

dessas vidas! No caso do estupro,um ato 

monstruoso não pode ser resolvido com 

outro ato monstruoso. O canalha deve pagar

 por seu erro,mas o feto,essa nova vida que 

se inicia,não tem culpa de atos insanos.

Deve-se orientar a vítima com psicólogos 

para que a gravidez seja levada até o final e 

se a vítima não aceitar o bebê,deve ser 

encaminhado para adoção. Certamente 

alguém irá amar essa criança como seu 

próprio filho!

Que Deus nos ajude à tomar decisões sábias e 

sempre em defesa da "vida".


(Célia Kaczmarek)