Mãe

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domingo, 27 de novembro de 2011

consequências psicológicas



Estudos sobre as consequências psicológicas do aborto: visão geral!


Medo, ansiedade, dor e culpa são apenas alguns dos sentimentos que muitas mulheres que já se submeteram à violenta prática do aborto referem ter com frequência. Em muitos casos torna-se necessário recorrer a tratamento psiquiátrico para fazer face a estes sentimentos. E esta realidade está documentada em inúmeros artigos científicos.
Um estudo retrospectivo com 5 anos de duração realizado em duas províncias canadianas expôs uma utilização de serviços médicos e psiquiátricos significativamente mais elevados por parte de mulheres que já tinham sido sujeitas ao aborto. Ainda mais significativo foi o facto de 25% das mulheres sujeitas ao aborto frequentarem consultas de psiquiatria, comparadas com 3% das mulheres do grupo de controlo. (1)
Os investigadores que estudam as reacções pós-aborto nas mulheres referem apenas um sentimento positivo: alívio. Este sentimento é compreensível uma vez que uma grande percentagem de mulheres referem estar sob grande pressão para realizar o aborto. Este sentimento momentâneo de alívio é frequentemente seguido por um período que os psiquiatras designam de “paralisia” ou “dormência” pós-aborto.
Um estudo realizado em 1980 em pacientes submetidas a aborto mostrou que, durante a primeira semana após o aborto, entre 40 a 60% das mulheres questionadas referiram reacções negativas. Dentro de um prazo de 8 semanas após o aborto, 55% expressou culpa, 44% queixaram-se de distúrbios nervosas, 36% de distúrbios no sono, 31% tinha remorsos em relação à decisão de abortar e 11% tinha sido prescrita com medicamentos psicotrópicos pelo médico de família. (2)
Com especial risco de vir a sofrer problemas do foro psiquiátrico estão as adolescentes, mulheres separadas ou divorciadas, e mulheres com um historial de mais de um aborto. Como muitas mulheres acabam por utilizar a repressão como meio de lidar com o que sentem, a procura de ajuda psiquiátrica pode ocorrer muito depois do aborto ter sido realizado. Estes sentimentos reprimidos, no entanto, podem induzir doenças psicossomáticas ou psiquiátricas noutras áreas da sua vida.
Uma sondagem realizada a 260 mulheres (3), muitas das quais procuravam informação sobre aconselhamento pós-aborto e que já se tinham submetido a pelo menos um aborto enquanto adolescentes, mostrou que de uma forma geral estas mencionaram ter:




1-“flashbacks” relativos ao momento do aborto
2-crises de histeria
3-sentimento de culpa
4-medo do castigo de Deus
5-receio pelas suas próprias crianças
6-agravamento de sentimentos negativos no aniversário da data do aborto ou quando exposta a propaganda a favor da liberdade de escolha (do aborto)
7-interesse excessivo em mulheres grávidas e em bebés
8-visões ou sonhos com a criança abortada
9-consciência de terem falado com a criança abortada antes do aborto.






Mulheres que tinham um historial de mais de um aborto induzido referiram com mais frequência:


1-um período de forte alívio após o aborto
2-uma história de abuso sexual enquanto crianças
3-ódio aos homens que as engravidaram
4-ter terminado o relacionamento com o seu parceiro após o aborto
5-dificuldade em manter e desenvolver relacionamentos pessoais
6-ter adotado um comportamento promíscuo
7-ter-se tornado auto-destrutiva
8-começar ou aumentar a utilização de drogas depois do aborto
9-sentimentos de ansiedade
10-medo de Deus
11-medo de outra gravidez
12-medo de ter de recorrer a outro aborto
13-efeitos emocionais tão severos impeditivos de qualquer actividade em casa, no trabalho ou de qualquer relacionamento pessoal
14-ter experimentado um esgotamento nervoso algum tempo após o aborto induzido.


sábado, 26 de novembro de 2011

UMA FOTO PARA A ETERNIDADE




Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registar talvez o grito a favor da vida mais eloquente conhecido até hoje.
Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebé tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.
A espectacular fotografia foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos, e cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, nascido a 28 de dezembro 1999 (no dia da foto ele tinha 3 meses de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebé está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebé continuasse seu crescimento normalmente.
Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efectuadas no mundo.
A história por trás da imagem é ainda mais impressionante, pois reflecte a luta e a experiência passadas por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do seu primeiro filho.
Essa é a odisseia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebé. Julie, enfermeira de 27 anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando, completou 14 semanas de gestação, começou a sofrer câimbras fortes, e um teste de ultra-som mostrou as razões. Quando foi revelada a forma do cérebro e a posição do bebé no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias.
O diagnóstico, como já era esperado, foi de que o bebé sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades.
De acordo com Alex, 28 anos, engenheiro aeronáutico, eles sentiram-se destruídos pelas notícias, mas o aborto nunca seria uma opção. Em vez de se deixar ir abaixo, o casal decidiu procurar uma solução pelos seus próprios meios e foi então que ambos começaram a procurar ajuda através da Internet. A mãe de Julie encontrou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipa da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, entraram em contacto com o Dr. Joseph Bruner (cujo dedo Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.
Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomendá-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Nela, os médicos puderam tratar o bebé, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia – sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.
Samuel tornou-se o paciente mais jovem que foi submetido a esse tipo de intervenção e, embora ainda não tenha sentido a pele da mãe e ainda não conheça o mundo que há fora do útero, é perfeitamente possível que Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do médico Bruner.

Aborto - Direito ou Crime?



Aborto - Direito ou Crime?


Revista Espírita Allan Kardec


O primeiro dos direitos naturais do homem é o direito de viver. O primeiro dever é defender e proteger o seu primeiro direito: a vida.


O mais elementar direito humano é o de nascer. Os outros liberdade, educação, saúde, trabalho, justiça, cidadania - só ganham sentido se houver o ser humano para desfrutá-los. Cercear o direito à vida é negar todos os demais.


A Humanidade se divide na hora de definir em qual momento a vida tem início. Seria na concepção? Seria antes? Seria depois ? Em torno desta divergência surge a dúvida sobre a legitimidade do aborto. Grupos pró e contra levantam suas bandeiras, centrados no foco de seus respectivos interesses.


Há posições das diversas ciências como psicologia, antropologia, medicina. Há postulados morais e religiosos. Há as diferentes correntes sócio-políticas.


No meio desta Babel, fomos buscar informações com o Grupo Arte-Nascente, jovens que se dedicam à pesquisa do assunto e a ações de valorização da vida.
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O Brasil e o Aborto


O Brasil é o país mais cristão do mundo. A quase totalidade de sua população está distribuída entre os segmentos católico, evangélico e espírita. No entanto, carrega um troféu nada lisonjeiro, frontalmente contrário aos princípios cristãos: é o campeão mundial do aborto, onde a taxa de interrupção supera a taxa de nascimento. A cada hora, 168 crianças deixam de nascer. Cerca de 30% dos leitos hospitalares reservados à Ginecologia e Obstetrícia são ocupados por pacientes sofrendo conseqüências de abortos provocados.


Embora haja mulheres de todas as idades e condições sócio-econômicas variadas, a maioria é de adolescentes, despreparadas para assumir a maternidade ou apavoradas com a reação dos pais e da sociedade.


Esta situação fez surgir no país grupos dispostos a legalizar o aborto, torná-lo fácil, acessível, higiênico, juridicamente correto. Os argumentos são os mais diversos: o direito da mulher sobre o seu próprio corpo, as condições sócio-econômicas para educar um filho, a violência sexual contra a mulher, problemas de má formação fetal, gravidez indesejada, rejeição do filho pelo pai, e as más condições em que são realizados os abortos clandestinos.


No Congresso Nacional há um projeto de lei PL 20/91, favorável ao atendimento do aborto legal pelo Sistema Único de Saúde. Em contrapartida houve um projeto de emenda constitucional PEC 25AJ95 que pretendeu incluir no texto da Constituição o direito à vida "desde a sua concepção".


Num universo de 524 deputados, apenas 32 foram favoráveis. Os demais foram contra ou se omitiram.


Os grupos pró-aborto acreditam que estão agindo da forma correta e que defendem a vida. Talvez estivessem, se o feto fosse apenas um apêndice do corpo.
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Qual é a solução ?


O respeito à vida, desde que se inicia é fundamental. O acaso não existe, portanto, mulher nenhuma engravida por acaso. O espírito que a ela se liga, no momento da concepção, é alguém que depende dela para crescer, educar-se, evoluir.


O assunto porém, não está afeto apenas à mulher. O pai tem sua parcela de responsabilidade e deve apoiar a ambos, mãe e filho.


Hoje, graças aos testes de DNA, dificilmente alguém poderá fugir a esta responsabilidade.


A sociedade também tem preponderante papel neste caso. Em lugar de apoiar o aborto, discriminar a mãe solteira, incentivar a excessiva liberdade sexual e aceitar passivamente que milhões de homens rejeitem seus filhos, nascidos de ligações lícitas e ilícitas, deve assumir outras ações mais eficientes.


A primeira delas é o incentivo à educação dos jovens sobre métodos de planejamento familiar, saúde sexual e suas implicações morais.


Cientistas, políticos, educadores e comunicadores podem, e devem, reavaliar suas ações em relação ao aborto, a partir do reconhecimento que ele é um assassinato, e como tal deve ser combatido.


Até agora, os órgãos governamentais e a mídia tem tratado os problemas sociais, combatendo apenas o efeito.


Um exemplo é o gasto de milhões de reais em confecção e distribuição de preservativos bem como a veiculação de peças publicitárias paliativas e inócuas.


Centrar as ações na remoção das causas será gratificante. O apoio aos pais carentes, através de política de combate aos males sociais como desemprego, falta de acesso à educação e saúde, aliado a intensa campanha de informação, são caminhos a tomar.


Os resultados não serão imediatos. Mas se houver a participação de cada um, em seu respectivo campo de ação, as soluções surgirão ao longo dos anos. Gradativamente, o aborto deixará de ser uma prática comum para tornar-se medida de exceção, somente utilizada em caso de risco de vida.


Nossa esperança é que as gerações futuras conheçam o aborto como hoje conhecemos a guilhotina: um primitivo meio de execução, perdido na memória dos tempos.

O "Diu"também é abortivo


O "Diu"também é abortivo


Além de matar o embrião, o DIU produz efeitos "secundários" e esterilidade provocados por seu uso, chegando em alguns casos, inclusive à morte da usuária em alguns casos, inclusive até a morte da usurária


É inadmissível a afirmação de que o DIU não é abortivo, quando as próprias revistas especializadas e até a Organização Mundial da Saúde em seus informes ao respeito, assim o reconhecem explicitamente. Tanto é assim, que enquanto o aborto foi ilegal nos Estados Unidos também estava proibida sua comercialização e implantação .


O Laboratório que fabrica e distribui o Para Gard, DIU de última geração, modelo T 380 A nos Estados Unidos, distribui de forma obrigatória, um formulário com uma extensão de 11 páginas, de caráter de declaração jurada, a que deve ser rubricada pela interessada em sua colocação, em 12 oportunidades. Na mesma, há informações sobre todas as contra-indicações e efeitos colaterais que o DIU pode causar.


Lembramos que o nome T de cobre lhe é dado por causa da membrana galvanizada de cobre que recobre o corpo plástico em forma de "T" que tem o dispositivo.


Por suas características anatômicas, advertem que o DIU não é um dispositivo de barreira, quer dizer, não impede a livre circulação dos espermatozóides até encontrar-se com o óvulo. Sua função, na realidade, é, como agente exógeno ao organismo feminino, produzir irritação e inflamação nas paredes internas do útero (endométrio), o que lhe torna propenso a contrair uma série de infecções muito delicadas e que impossibilitam que o óvulo fecundado pelo espermatozóide (ovo) possa nidar-se ou implantar-se nessa parede. Isto leva ao desprendimento e que provoque um sangramento intermenstrual no qual é expulso.
Ou seja, ocorre um aborto

sábado, 12 de novembro de 2011

MORTE

OPORTUNIDADE

A Síndrome Pós-Aborto



A Síndrome Pós-Aborto (SPA)

O que sabemos das conseqüências prejudiciais do aborto
para a mulher? 
Aqueles que aconselham e executam abortos
sempre afirmaram não haver efeitos  psicológicos
desfavoráveis importantes decorrentes do aborto e, além
disso, nenhum trauma a longo prazo. Sabendo disso, a
comunidade de saúde mental tem sido muito lenta em
reportar as reações desfavoráveis ao aborto. Recentemente
terapeutas têm observado pavores irracionais e depressões
ligadas às experiências abortivas e rotularam o problema
como “Síndrome Pós-Aborto”


Uma questão importante é: Todas as experiências
abortivas são automaticamente “estressantes” ou apenas
algumas mulheres têm problemas? Se apenas algumas
mulheres sofrerão da SPA quais são as características daquelas
mais susceptíveis? Algumas mulheres respondem com
grande trauma, outras com reações moderadas, enquanto
que um terceiro grupo pode vir a nada sofrer posteriormente.
Outros terapeutas acreditam que cada aborto produz um
trauma na mulher.
O aborto é, antes de tudo, um procedimento físico, o
qual produz um choque no sistema nervoso e que deve
provocar um impacto na personalidade da mulher. Além
das dimensões psicológicas, cada mulher que se submeteu a
um aborto deve encarar a morte de seu filho que não nasceu como uma realidade social, emocional, intelectual e espiritual.
Alguns terapeutas trabalharam com mulheres que tentaram ignorar os efeitos do aborto e acreditam que quanto maior a rejeição, maior a dor e a dificuldade quando a mulher resolve finalmente enfrentar a realidade da experiência abortiva.

CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA


CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA DE MÃES QUE ABORTARAM: 

As mulheres que abortaram tinham um agrupamento de sintomas psicológicos que ocorrem com muito mais frequência do que entre as mulheres que não abortam. Esses sintomas incluem perturbações mentais ou flashback (63%), tentativas de suicídio (28%), crises histéricas (51%), perda de autoconfiança e de auto-estima (82%), irregularidades nos hábitos de comer, tais como anorexia ou bulimia (39%), uso ilegal de drogas (41%) e perda do prazer durante a relação sexual (59%). Muitas sentem a sensação de um vazio interior, mesclado de sentimento de culpa consciente e inconsciente. 
"Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebê, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ela ainda sofre pelo aborto feito a 50 anos atrás! Ninguém preocupado com a mulheres pode responsavelmente ignorar estes fatos.
Muitas mães perdem a vida durante a operação ou depois, devido a intensas hemorragias e infecções (nem sempre as clínicas e os equipamentos são esterilizados e limpos). Algumas ficam estéreis, outras são vítimas de câncer. Existem aquelas que perdem o útero, não podendo engravidar mais. 
As mortes por abortamento, em sua maioria, são de solteiras ou separadas judicialmente; a Razão de Mortalidade Materna (RMM) por abortamento, para as negras (pardas e pretas), é de 11,28/100 mil nascidos vivos, duas vezes a RMM para as brancas. São dados claros mostrando que as seqüelas são muito maiores para a população de baixa renda/escolaridade. Fica evidente também que o Estado brasileiro gasta, com a legislação vigente, um considerável montante de dinheiro. Não há, portanto razões para afirmar-se que uma eventual modificação da legislação punitiva exigirá um investimento grande. Ele já é realizado atualmente.

O COMÉRCIO DOS CORPOS



O COMÉRCIO DOS CORPOS (OU O QUE SOBROU DELES) DOS BEBÊS ABORTADOS? 

Há dois métodos comuns para se desfazer dos corpos dos bebês abortados durante o primeiro trimestre da gravidez: jogar fora pela lixeira ou pelo "insinkerator" (um triturador que se instala debaixo de pias) ou se desfazer deles como resíduos biológicos num saco de plástico especial. Bebês abortados de tamanho maior são vendidos com frequência para fins de pesquisas ou para as indústrias de cosméticos.

ABORTOS PROVOCADOS



ABORTOS PROVOCADOS INCONSCIENTE PELA MÃE: 



Mães que fumam se embriagam com o álcool, que se droga, que, mesmo grávidas praticam o sexo irresponsável, que pulam e dançam sem cuidado, que se contaminam irresponsavelmente com doenças que possam prejudicar a gravidez, estão cometendo o crime do ABORTO, caso suas atitudes venham a provocar a morte do bebê. 
As ações mentais da gestante têm profunda repercussão sobre as ligações energéticas do espírito com o seu embrião. Há mães que odeiam o fato de estarem grávidas. Seja pelas circunstâncias dolorosas que motivaram a gravidez, seja pela dificuldade de relacionamento com o esposo ou ainda pela situação de penúria sócio-econômica e, antevendo agravamento da situação considerando o estado em que se encontram, seja qual for o motivo, desde os mais complexos até a mais simples vaidade, o fato é que a situação existe com relativa freqüência. O forte desejo de eliminar o problema da gestação não desejada faz com que a mãe irradie nocivas energias mentais, provocando o rompimento das ligações energéticas entre o espírito e as moléculas do embrião, provocando o aborto.

ASSASSINATO*




O ABORTO, UM DÉBITO PARA TODOS AQUELES QUE, DE ALGUMA FORMA, SE ENVOLVERAM COM O CRIME.


Muitos pensam que não assumem débitos com a Lei Divina, ao estarem ajudando, incentivando, custeando, dando apoio, forçando, decidindo pela mãe, dando endereços de clínicas, levando, ensinando métodos diversos, dando remédios ou ervas abortivas, fazendo a operação, etc. Estes estão muito enganados, são cúmplices do crime, e responderão, segundo o grau de participação que tiveram no assassinado de um filho de Deus. 
A palavra "feto" faz com que pensemos que no ventre da mulher não exista um bebê, mas somente uma "massa disforme", uma coisa qualquer... Mas no momento da "concepção" (união do óvulo com o espermatozóide), já existe uma vida totalmente distinta do corpo da mãe. Já existe uma alma, um ser humano que está crescendo... Já vimos e ouvimos demais nas diversas reportagens de rádio e TV, e qualquer psicólogo sabe, que durante toda a gravidez, tudo o que a mãe "faz" ou "sente" tem influência sobre a criança... O bebê percebe tudo, e com alguns meses de gestação, até já reconhece a voz da mãe e do pai. Em qualquer hipótese o "aborto provocado" é um ASSASSINATO!

6 BONS MOTIVOS PRA NÃO ABORTAR

O aborto ou interrupção da gravidez






O aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, tendo como resultado a morte. Este pode ser espontâneo ou provocado. O aborto é praticado clandestinamente por mulheres de todas as classes sociais, níveis de escolaridade, etnias e religiões, sendo esse legalizado em alguns países e visto como crime em outros. Diversas são as clinicas clandestinas que cometem esse crime por quantias elevadas, sem contar o risco que essas mulheres correm podendo ter seqüelas grandes como perder parte do útero, adquirir câncer, infertilidade, às vezes chegando até a morte. O objetivo desse projeto é esclarecer de forma a sensibilizar as mulheres os problemas e sofrimentos ocasionados pelo aborto. Demonstrar o sofrimento do feto no ato do aborto e informar as mulheres sobre problemas físicos e psicológicos que poderão surgir em função dessa prática ilegal. Além de confeccionar os materiais utilizados disponibilizando-os para gestores escola, para que possam dar continuidade ao projeto nos anos subsequentes. O projeto foi desenvolvido na Escola Estadual Maria Arminda Guimarães Andrade, situado na Rua Pedro Teixeira n° 500 Coroado III Manaus-AM com a turma do 9º ano do ensino fundamental, onde foi projetado o filme "o grito silencioso" documentário explicativo acerca do aborto e suas conseqüências, ministrado pelo próprio médico abortista, Dr. Bernard E. Nathanson.