para a mulher?
Aqueles que aconselham e executam abortos
sempre afirmaram não haver efeitos psicológicosdesfavoráveis importantes decorrentes do aborto e, além
disso, nenhum trauma a longo prazo. Sabendo disso, a
comunidade de saúde mental tem sido muito lenta em
reportar as reações desfavoráveis ao aborto. Recentemente
terapeutas têm observado pavores irracionais e depressões
ligadas às experiências abortivas e rotularam o problema
como “Síndrome Pós-Aborto”
Uma questão importante é: Todas as experiências
abortivas são automaticamente “estressantes” ou apenas
algumas mulheres têm problemas? Se apenas algumas
mulheres sofrerão da SPA quais são as características daquelas
mais susceptíveis? Algumas mulheres respondem com
grande trauma, outras com reações moderadas, enquanto
que um terceiro grupo pode vir a nada sofrer posteriormente.
Outros terapeutas acreditam que cada aborto produz um
trauma na mulher.
O aborto é, antes de tudo, um procedimento físico, o
qual produz um choque no sistema nervoso e que deve
provocar um impacto na personalidade da mulher. Além
das dimensões psicológicas, cada mulher que se submeteu a
um aborto deve encarar a morte de seu filho que não nasceu como uma realidade social, emocional, intelectual e espiritual.
Alguns terapeutas trabalharam com mulheres que tentaram ignorar os efeitos do aborto e acreditam que quanto maior a rejeição, maior a dor e a dificuldade quando a mulher resolve finalmente enfrentar a realidade da experiência abortiva.
