TUDO SOBRE ABORTO E SUAS CAUSAS! "ADOLESCÊNCIA"...CUIDADOS NA INICIAÇÃO SEXUAL! "DOENÇAS"...DESCOBERTAS DA MEDICINA... DÚVIDAS? PESQUISE AQUI!
Mãe
sábado, 12 de novembro de 2011
A Síndrome Pós-Aborto
para a mulher?
Aqueles que aconselham e executam abortos
sempre afirmaram não haver efeitos psicológicosdesfavoráveis importantes decorrentes do aborto e, além
disso, nenhum trauma a longo prazo. Sabendo disso, a
comunidade de saúde mental tem sido muito lenta em
reportar as reações desfavoráveis ao aborto. Recentemente
terapeutas têm observado pavores irracionais e depressões
ligadas às experiências abortivas e rotularam o problema
como “Síndrome Pós-Aborto”
Uma questão importante é: Todas as experiências
abortivas são automaticamente “estressantes” ou apenas
algumas mulheres têm problemas? Se apenas algumas
mulheres sofrerão da SPA quais são as características daquelas
mais susceptíveis? Algumas mulheres respondem com
grande trauma, outras com reações moderadas, enquanto
que um terceiro grupo pode vir a nada sofrer posteriormente.
Outros terapeutas acreditam que cada aborto produz um
trauma na mulher.
O aborto é, antes de tudo, um procedimento físico, o
qual produz um choque no sistema nervoso e que deve
provocar um impacto na personalidade da mulher. Além
das dimensões psicológicas, cada mulher que se submeteu a
um aborto deve encarar a morte de seu filho que não nasceu como uma realidade social, emocional, intelectual e espiritual.
Alguns terapeutas trabalharam com mulheres que tentaram ignorar os efeitos do aborto e acreditam que quanto maior a rejeição, maior a dor e a dificuldade quando a mulher resolve finalmente enfrentar a realidade da experiência abortiva.
CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA
CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA DE MÃES QUE ABORTARAM:
"Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebê, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ela ainda sofre pelo aborto feito a 50 anos atrás! Ninguém preocupado com a mulheres pode responsavelmente ignorar estes fatos.
Muitas mães perdem a vida durante a operação ou depois, devido a intensas hemorragias e infecções (nem sempre as clínicas e os equipamentos são esterilizados e limpos). Algumas ficam estéreis, outras são vítimas de câncer. Existem aquelas que perdem o útero, não podendo engravidar mais.
As mortes por abortamento, em sua maioria, são de solteiras ou separadas judicialmente; a Razão de Mortalidade Materna (RMM) por abortamento, para as negras (pardas e pretas), é de 11,28/100 mil nascidos vivos, duas vezes a RMM para as brancas. São dados claros mostrando que as seqüelas são muito maiores para a população de baixa renda/escolaridade. Fica evidente também que o Estado brasileiro gasta, com a legislação vigente, um considerável montante de dinheiro. Não há, portanto razões para afirmar-se que uma eventual modificação da legislação punitiva exigirá um investimento grande. Ele já é realizado atualmente.
O COMÉRCIO DOS CORPOS
ABORTOS PROVOCADOS
As ações mentais da gestante têm profunda repercussão sobre as ligações energéticas do espírito com o seu embrião. Há mães que odeiam o fato de estarem grávidas. Seja pelas circunstâncias dolorosas que motivaram a gravidez, seja pela dificuldade de relacionamento com o esposo ou ainda pela situação de penúria sócio-econômica e, antevendo agravamento da situação considerando o estado em que se encontram, seja qual for o motivo, desde os mais complexos até a mais simples vaidade, o fato é que a situação existe com relativa freqüência. O forte desejo de eliminar o problema da gestação não desejada faz com que a mãe irradie nocivas energias mentais, provocando o rompimento das ligações energéticas entre o espírito e as moléculas do embrião, provocando o aborto.
ASSASSINATO*
Muitos pensam que não assumem débitos com a Lei Divina, ao estarem ajudando, incentivando, custeando, dando apoio, forçando, decidindo pela mãe, dando endereços de clínicas, levando, ensinando métodos diversos, dando remédios ou ervas abortivas, fazendo a operação, etc. Estes estão muito enganados, são cúmplices do crime, e responderão, segundo o grau de participação que tiveram no assassinado de um filho de Deus.
A palavra "feto" faz com que pensemos que no ventre da mulher não exista um bebê, mas somente uma "massa disforme", uma coisa qualquer... Mas no momento da "concepção" (união do óvulo com o espermatozóide), já existe uma vida totalmente distinta do corpo da mãe. Já existe uma alma, um ser humano que está crescendo... Já vimos e ouvimos demais nas diversas reportagens de rádio e TV, e qualquer psicólogo sabe, que durante toda a gravidez, tudo o que a mãe "faz" ou "sente" tem influência sobre a criança... O bebê percebe tudo, e com alguns meses de gestação, até já reconhece a voz da mãe e do pai. Em qualquer hipótese o "aborto provocado" é um ASSASSINATO!
O aborto ou interrupção da gravidez
Assinar:
Postagens (Atom)








