Mãe

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sábado, 12 de novembro de 2011

MORTE

OPORTUNIDADE

A Síndrome Pós-Aborto



A Síndrome Pós-Aborto (SPA)

O que sabemos das conseqüências prejudiciais do aborto
para a mulher? 
Aqueles que aconselham e executam abortos
sempre afirmaram não haver efeitos  psicológicos
desfavoráveis importantes decorrentes do aborto e, além
disso, nenhum trauma a longo prazo. Sabendo disso, a
comunidade de saúde mental tem sido muito lenta em
reportar as reações desfavoráveis ao aborto. Recentemente
terapeutas têm observado pavores irracionais e depressões
ligadas às experiências abortivas e rotularam o problema
como “Síndrome Pós-Aborto”


Uma questão importante é: Todas as experiências
abortivas são automaticamente “estressantes” ou apenas
algumas mulheres têm problemas? Se apenas algumas
mulheres sofrerão da SPA quais são as características daquelas
mais susceptíveis? Algumas mulheres respondem com
grande trauma, outras com reações moderadas, enquanto
que um terceiro grupo pode vir a nada sofrer posteriormente.
Outros terapeutas acreditam que cada aborto produz um
trauma na mulher.
O aborto é, antes de tudo, um procedimento físico, o
qual produz um choque no sistema nervoso e que deve
provocar um impacto na personalidade da mulher. Além
das dimensões psicológicas, cada mulher que se submeteu a
um aborto deve encarar a morte de seu filho que não nasceu como uma realidade social, emocional, intelectual e espiritual.
Alguns terapeutas trabalharam com mulheres que tentaram ignorar os efeitos do aborto e acreditam que quanto maior a rejeição, maior a dor e a dificuldade quando a mulher resolve finalmente enfrentar a realidade da experiência abortiva.

CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA


CONSEQUÊNCIAS PARA O RESTO DA VIDA DE MÃES QUE ABORTARAM: 

As mulheres que abortaram tinham um agrupamento de sintomas psicológicos que ocorrem com muito mais frequência do que entre as mulheres que não abortam. Esses sintomas incluem perturbações mentais ou flashback (63%), tentativas de suicídio (28%), crises histéricas (51%), perda de autoconfiança e de auto-estima (82%), irregularidades nos hábitos de comer, tais como anorexia ou bulimia (39%), uso ilegal de drogas (41%) e perda do prazer durante a relação sexual (59%). Muitas sentem a sensação de um vazio interior, mesclado de sentimento de culpa consciente e inconsciente. 
"Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebê, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ela ainda sofre pelo aborto feito a 50 anos atrás! Ninguém preocupado com a mulheres pode responsavelmente ignorar estes fatos.
Muitas mães perdem a vida durante a operação ou depois, devido a intensas hemorragias e infecções (nem sempre as clínicas e os equipamentos são esterilizados e limpos). Algumas ficam estéreis, outras são vítimas de câncer. Existem aquelas que perdem o útero, não podendo engravidar mais. 
As mortes por abortamento, em sua maioria, são de solteiras ou separadas judicialmente; a Razão de Mortalidade Materna (RMM) por abortamento, para as negras (pardas e pretas), é de 11,28/100 mil nascidos vivos, duas vezes a RMM para as brancas. São dados claros mostrando que as seqüelas são muito maiores para a população de baixa renda/escolaridade. Fica evidente também que o Estado brasileiro gasta, com a legislação vigente, um considerável montante de dinheiro. Não há, portanto razões para afirmar-se que uma eventual modificação da legislação punitiva exigirá um investimento grande. Ele já é realizado atualmente.

O COMÉRCIO DOS CORPOS



O COMÉRCIO DOS CORPOS (OU O QUE SOBROU DELES) DOS BEBÊS ABORTADOS? 

Há dois métodos comuns para se desfazer dos corpos dos bebês abortados durante o primeiro trimestre da gravidez: jogar fora pela lixeira ou pelo "insinkerator" (um triturador que se instala debaixo de pias) ou se desfazer deles como resíduos biológicos num saco de plástico especial. Bebês abortados de tamanho maior são vendidos com frequência para fins de pesquisas ou para as indústrias de cosméticos.

ABORTOS PROVOCADOS



ABORTOS PROVOCADOS INCONSCIENTE PELA MÃE: 



Mães que fumam se embriagam com o álcool, que se droga, que, mesmo grávidas praticam o sexo irresponsável, que pulam e dançam sem cuidado, que se contaminam irresponsavelmente com doenças que possam prejudicar a gravidez, estão cometendo o crime do ABORTO, caso suas atitudes venham a provocar a morte do bebê. 
As ações mentais da gestante têm profunda repercussão sobre as ligações energéticas do espírito com o seu embrião. Há mães que odeiam o fato de estarem grávidas. Seja pelas circunstâncias dolorosas que motivaram a gravidez, seja pela dificuldade de relacionamento com o esposo ou ainda pela situação de penúria sócio-econômica e, antevendo agravamento da situação considerando o estado em que se encontram, seja qual for o motivo, desde os mais complexos até a mais simples vaidade, o fato é que a situação existe com relativa freqüência. O forte desejo de eliminar o problema da gestação não desejada faz com que a mãe irradie nocivas energias mentais, provocando o rompimento das ligações energéticas entre o espírito e as moléculas do embrião, provocando o aborto.

ASSASSINATO*




O ABORTO, UM DÉBITO PARA TODOS AQUELES QUE, DE ALGUMA FORMA, SE ENVOLVERAM COM O CRIME.


Muitos pensam que não assumem débitos com a Lei Divina, ao estarem ajudando, incentivando, custeando, dando apoio, forçando, decidindo pela mãe, dando endereços de clínicas, levando, ensinando métodos diversos, dando remédios ou ervas abortivas, fazendo a operação, etc. Estes estão muito enganados, são cúmplices do crime, e responderão, segundo o grau de participação que tiveram no assassinado de um filho de Deus. 
A palavra "feto" faz com que pensemos que no ventre da mulher não exista um bebê, mas somente uma "massa disforme", uma coisa qualquer... Mas no momento da "concepção" (união do óvulo com o espermatozóide), já existe uma vida totalmente distinta do corpo da mãe. Já existe uma alma, um ser humano que está crescendo... Já vimos e ouvimos demais nas diversas reportagens de rádio e TV, e qualquer psicólogo sabe, que durante toda a gravidez, tudo o que a mãe "faz" ou "sente" tem influência sobre a criança... O bebê percebe tudo, e com alguns meses de gestação, até já reconhece a voz da mãe e do pai. Em qualquer hipótese o "aborto provocado" é um ASSASSINATO!

6 BONS MOTIVOS PRA NÃO ABORTAR

O aborto ou interrupção da gravidez






O aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, tendo como resultado a morte. Este pode ser espontâneo ou provocado. O aborto é praticado clandestinamente por mulheres de todas as classes sociais, níveis de escolaridade, etnias e religiões, sendo esse legalizado em alguns países e visto como crime em outros. Diversas são as clinicas clandestinas que cometem esse crime por quantias elevadas, sem contar o risco que essas mulheres correm podendo ter seqüelas grandes como perder parte do útero, adquirir câncer, infertilidade, às vezes chegando até a morte. O objetivo desse projeto é esclarecer de forma a sensibilizar as mulheres os problemas e sofrimentos ocasionados pelo aborto. Demonstrar o sofrimento do feto no ato do aborto e informar as mulheres sobre problemas físicos e psicológicos que poderão surgir em função dessa prática ilegal. Além de confeccionar os materiais utilizados disponibilizando-os para gestores escola, para que possam dar continuidade ao projeto nos anos subsequentes. O projeto foi desenvolvido na Escola Estadual Maria Arminda Guimarães Andrade, situado na Rua Pedro Teixeira n° 500 Coroado III Manaus-AM com a turma do 9º ano do ensino fundamental, onde foi projetado o filme "o grito silencioso" documentário explicativo acerca do aborto e suas conseqüências, ministrado pelo próprio médico abortista, Dr. Bernard E. Nathanson.