Mãe

Mãe

domingo, 29 de abril de 2012

APRENDA

APRENDA

Quando se ama, não se esquece.
Quando se importa, não abandona.
E quando quer, não desiste.

................não esqueça, quando você faz amor sem proteção,
pode gerar uma vida...e você é responsável pelos atos que pratica!

ASSUMA SUAS RESPONSABILIDADES!

SEXUALIDADE



SEXUALIDADE

Ela está presente desde os primórdios da vida.
Impulsos e manifestações sexuais podem ser constatados através
da observação de fetos, bebês e crianças. Imagens ultrassonográficas de
grávidas, a partir da décima-sétima semana  de gestação,
já mostram ereção peniana nos meninos.
As meninas desde o nascimento apresentam lubrificação vaginal.
Segundo Freud, o recém-nato já chega ao mundo com a sua sexualidade.
Sensações sexuais acompanham o seu desenvolvimento durante o período de
amamentação e na época infantil.
O ato de chupar, morder, reter e eliminar o conteúdo fecal e a
manipulação dos órgãos genitais, são todos carregados de sensações eróticas.
Mas é somente com a chegada da puberdade, com o desenvolvimento físico, que o ser
humano se torna apto a efetivamente concretizar a sua sexualidade plena, através do ato
sexual genital propriamente dito, que permite ao ser, tanto obter um prazer erótico como
procriar. O surgimento do interesse sexual é  concomitante ao surgimento dos caracteres
sexuais secundários. Esse interesse é influenciado pelas profundas alterações hormonais desse
período da vida e pelo contexto psicossocial (Katchadourian, 1980).                  
O prazer resultante do ato sexual diferencia o Homem do restante dos animais. Ele é o
único ser que, objetivamente,  pode ter relação sexual só pelo prazer e não com finalidade
reprodutiva. Na adolescência, torna-se evidente que a atividade
sexual não é  só para reprodução e serve para dar prazer. O Homem consegue
dissociar a função prazer da função reprodução. Este fenômeno nunca foi demonstrado
convincentemente em nenhum dos animais estudados em condições naturais.
          
Edward O. Wilson (1981) diz que:
                                                        
"O sexo é básico para a biologia humana; é um fenômeno
multiforme que permeia todos os aspectos de nossa existência e
assume novas formas a cada passo no ciclo da vida. Sua
complexidade e ambiguidade são devidas ao fato de o sexo não ter na reprodução o seu objetivo primordial".

Gravidez



-Gravidez

Sendo o uso de contraceptivos pouco freqüente na adolescência e a atividade sexual
intensa, o número de gestações conseqüentemente também é alto. 
Tem sido observado e constatado que a gravidez na adolescência freqüentemente traz prejuízos à mãe, ao bebê, à família e à sociedade de um modo geral, que arca com os custos coletivos desse ato.
A adolescente que engravida desvia seu processo de crescimento e amadurecimento social. 
Geralmente interrompe estudo e trabalho, deixando de conviver e de crescer com seu grupo de iguais e perde assim um elemento de apoio afetivo muito importante em sua vida.
Perde a autonomia, o que obriga à jovem a pedir ajuda aos pais, quando acreditava que estava a caminho de sua independência. 
Ter atividade sexual, engravidar, apesar de serem
prerrogativas adultas, conduzem a adolescente a uma condição de criança, devido a sua quase
total dependência da família .
Muitos problemas têm sido apontados como associados à gravidez na adolescência.
A adolescente grávida tem mais complicações na gravidez e no parto do que as grávidas maiores de 20 anos.
É mais freqüente a prematuridade, o baixo-peso ao nascer, o traumatismo obstétrico entre adolescentes grávidas do que entre mulheres mais velhas.
Em filhos de mães adolescentes são mais freqüentes os maus tratos e o descuido. As mães mais jovens mostram menos cooperação e acessibilidade e mais comunicação verbal
negativa com seus filhos do que mães mais velhas.
As complicações da gravidez, parto e puerpério flutuam entre o segundo e quarto lugares em ordem de importância como causa de morte nas mulheres de 15 a 24 anos em todas as regiões da América Latina. 
Diversos estudos mostram que, mães adolescentes, quando comparadas com as adolescentes não-mães, têm sete
vezes mais chance de pobreza, três vezes mais chance de divórcio ou separação e salários consideravelmente mais baixos.
As mães adolescentes e seus filhos estão, portanto, em desvantagem em relação às mães mais velhas. 
Porém, pesquisas mostram que esta desvantagem não é devida diretamente à baixa idade e sim a fatores concomitantes, que geralmente estão presentes como, a ilegitimidade, o baixo nível sócio-econômico, baixa escolaridade, falta de suporte,inexperiência, assistência pré-natal inadequada ou incompleta, etc...
Use camisinha ou anti-concepcional!!!

Doenças sexualmente transmissíveis



-Doenças sexualmente transmissíveis, câncer cervical, 
anticoncepção 

A conseqüência mais marcante e concreta do aumento da atividade sexual na 
adolescência é o aumento do número de gestações e cada vez em idades mais precoces. Porém 
outras conseqüências também se impõem nos dias de hoje como as doenças sexualmente transmissíveis, em especial a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). 
A precocidade e a freqüência da atividade sexual é responsável por esse aumento nas 
doenças sexualmente transmissíveis (DST). 
A mudança do epitélio cervical uterino durante a adolescência aumenta o risco de 
DST. Abaixo dos 25 anos, o risco de uma infecção viral ginecológica se transformar em câncer
é quarenta vezes maior que acima dessa idade. Estudos mostram que meninas que iniciam o sexo precocemente e com mais de um parceiro têm maior probabilidade de adquirir DST, doença pélvica 
inflamatória e displasia e câncer de colo uterino
O comportamento sexual na adolescência também tem sido visto como um fator de 
risco para a disseminação do vírus da AIDS. A maioria dos casos de AIDS na adolescência é 
adquirida através de contato heterossexual, diferentemente dos adultos e uma grande 
percentagem deles é assintomática. O padrão sexual na população adolescente 
difere da dos adultos, com alta percentagem de aventuras sexuais, com menor uso de 
anticonceptivos. 
O aumento das DST entre adolescentes suscitou diversas pesquisas. 
 A sociedade americana tem investido maciçamente em educação sexual e 
anticonceptiva, visando diminuir a prevalência de gravidez e de DST na adolescência, sem 
resultados satisfatórios. Variadas pesquisas demonstram esse fato, pois o uso de 
anticonceptivos pelos adolescentes sexualmente ativos continua sendo muito baixo. Algumas 
desconhecem fundamentos de anatomia, reprodução e anticoncepção. Outras não usam 
porque as relações sexuais não são programadas e muitas sentem culpa do que estão fazendo e 
usar anticonceptivos seria atestar sua vida sexual.
A maioria das pesquisas realizadas, sobre o uso de anticonceptivos pelos adolescentes, 
revela que o desconhecimento sobre anticoncepção não é a razão mais importante para o seu 
baixo uso.A razão mais comum de as jovens não usarem anticonceptivos é o fato de elas não acreditarem que a gravidez vá ocorrer com elas, isso acontece devido à falta de pensamento operacional formal neste período da vida. De acordo com Piaget, é na passagem da infância para a idade adulta 
que adquirimos a capacidade de pensar em termos hipotéticos, a prever as conseqüências de 
nossos atos. Muitas adolescentes ainda não adquiriram essa capacidade e agem como se não 
soubessem que, expondo-se a comportamentos de risco, podem sofrer as conseqüências funestas destes.