Mãe de nove bebês assassinados diz não lembrar de todos os casos
Berlim, 2 ago (EFE).- A alemã de 39 anos que, segundo os primeiros indícios, matou sucessivamente nove bebês seus após dar à luz, declarou depôs à Polícia e assegura que não lembra exatamente de todos os casos.
A suposta assassina, de Brieskow-Finkenheerd (leste da Alemanha) não fez uma confissão completa, mas também não negou ter cometido esses crimes, segundo explicou nesta terça-feira um porta-voz policial, em declarações à agência de notícias dpa.
A mulher diz que se lembra de alguns casos e de outros não, mas aparentemente o conjunto de sua declaração já está dando uma imagem aproximada do ocorrido, de acordo com essa fonte.
A Polícia continuou hoje o rastreamento do jardim familiar onde no domingo foram achados os restos das crianças, enterradas entre 1988 e 2004, e não descarta novas descobertas.
Uma pessoa a quem a família da suposta assassina encarregou de uma limpeza foi quem alertou a Polícia do achado.
A mulher, que está na prisão, não residia nessa casa, mas na vizinha cidade de Frankfurt de Oder e tem outros três filhos, já maiores, que não vivem com ela.
Aparentemente, na casa vivia atualmente a mãe e outro familiar da suposta assassina, à qual alguma vez foi vista de visita, segundo uma testemunha, com um bebê nos braços.
Segundo o jornal Bild, a mulher, nascida neste povoado, ficou grávida pela primeira vez aos 18 anos e se casou com o pai da criança.
A essa gravidez seguiram muitas outras, de pais diferentes, e aparentemente aí começou a série de assassinatos.
Bireskow-Finkenheerd é um povoado de 2.700 habitantes, próximo à fronteira com a Polônia, e segundo os vizinhos relataram aos meios de comunicação a família em questão era totalmente normal e tranqüila.
A suposta assassina, de Brieskow-Finkenheerd (leste da Alemanha) não fez uma confissão completa, mas também não negou ter cometido esses crimes, segundo explicou nesta terça-feira um porta-voz policial, em declarações à agência de notícias dpa.
A mulher diz que se lembra de alguns casos e de outros não, mas aparentemente o conjunto de sua declaração já está dando uma imagem aproximada do ocorrido, de acordo com essa fonte.
A Polícia continuou hoje o rastreamento do jardim familiar onde no domingo foram achados os restos das crianças, enterradas entre 1988 e 2004, e não descarta novas descobertas.
Uma pessoa a quem a família da suposta assassina encarregou de uma limpeza foi quem alertou a Polícia do achado.
A mulher, que está na prisão, não residia nessa casa, mas na vizinha cidade de Frankfurt de Oder e tem outros três filhos, já maiores, que não vivem com ela.
Aparentemente, na casa vivia atualmente a mãe e outro familiar da suposta assassina, à qual alguma vez foi vista de visita, segundo uma testemunha, com um bebê nos braços.
Segundo o jornal Bild, a mulher, nascida neste povoado, ficou grávida pela primeira vez aos 18 anos e se casou com o pai da criança.
A essa gravidez seguiram muitas outras, de pais diferentes, e aparentemente aí começou a série de assassinatos.
Bireskow-Finkenheerd é um povoado de 2.700 habitantes, próximo à fronteira com a Polônia, e segundo os vizinhos relataram aos meios de comunicação a família em questão era totalmente normal e tranqüila.
