Síndrome da Doença Pós-Orgásmica:
alergia ao
próprio sêmen
Cerca de 1% do total da população mundial sofre de síndrome da doença pós-orgástica ou alergia do sêmen em que pacientes expostos ao esperma ou sêmen sofrem de reações alérgicas que podem durar até vários dias, com resultados sérios. Injeções de esperma diluído em intervalos regulares podem curar os pacientes, após cinco anos ou mais.
Cerca de 1% do total da população mundial sofre de síndrome da doença pós-orgástica ou alergia do sêmen em que pacientes expostos ao esperma ou sêmen sofrem de reações alérgicas que podem durar até vários dias, com resultados sérios. Injeções de esperma diluído em intervalos regulares podem curar os pacientes, após cinco anos ou mais.
Há doenças estranhas e depois há
aqueles que são ainda mais estranha que a ficção e pós síndrome da doença
orgástica ou alergia do sémen é um deles. Esta doença afeta principalmente os
homens e resulta de uma estranha reação auto-imune em que o paciente reage
contra o seu próprio esperma!
Pacientes com alergia a sêmen nunca deve ejacular
Pacientes com alergia a sêmen nunca deve ejacular
Os pacientes podem ter relações sexuais, mas nunca devem ejacular, pois no momento em que eles liberam espermatozóides, o corpo responde excessivamente levando a sintomas como fadiga extrema, dor de cabeça leve a grave, intomas de gripe e alergia, como como espirros, coceira nos olhos, irritação nasal, dor muscular, febre, erupções cutâneas, dor de cabeça e outras reações alérgicas que duram de algumas horas após o orgasmo em vários dias.
Um problema misterioso que acometia alguns homens sempre foi um mistério para a medicina. Conhecido como Síndrome da Doença Pós-Orgásmica (ou POIS), fazia com que homens, após chegarem ao orgasmo, desenvolvessem sintomas de uma gripe – espirravam, ficavam com febre, o nariz soltava coriza e seus olhos ficavam com uma sensação de queimação – isso logo depois que ejaculavam. E os sintomas poderiam durar até uma semana.
Agora cientistas holandeses parecem ter achado a explicação para isso: esses caras seriam alérgicos ao próprio sêmen.
A doença foi descrita pela primeira vez em 2002. E acredita-se que afete entre 0,25 e 1% da população total, o que significa que perto de 70 milhões de homens e mulheres sofrem de síndrome da doença pós orgasmo! Embora muitas pessoas não sofram da síndrome pós-orgástica, a condição é angustiante entre aqueles que sofrem os efeitos da menopausa e tratamento dura um longo, longo tempo, às vezes tendo até cinco anos ou além.
Mas se você já passou por isso, leitor, não se desespere, você não terá que fazer um voto de castidade. Os mesmos pesquisadores, da Universidade Utrecht, que descobriram a alergia afirmam que há um tratamento que pode amenizar esses sintomas.
Achava-se que a POIS era causada por problemas psicológicos nos homens, já que não havia nenhuma causa física aparente, e pacientes que sofriam com a síndrome se sentiam envergonhados de até mesmo comentar o assunto. E apesar de ser considerada uma doença desde 2002, a POIS é desconhecida até mesmo por grande parte dos médicos.
Até agora considera-se um problema raro, mas é preciso levar em conta que, por se sentirem envergonhados, muitos homens não admitem sofrerem os sintomas da POIS aos seus médicos, então certamente o número de pacientes é maior do que o registrado.
Os pesquisadores, que analisaram 45 homens que, comprovadamente, tinham POIS, constataram que se os pacientes tinham relações mas não chegavam a ejacular os sintomas não apareciam. No entanto, assim que tinham contato “exterior” com o sêmen, os clássicos sintomas de gripe se faziam presentes.
Os pacientes, então, passaram por testes de alergia – o sêmen de cada um era diluído e depois aplicado na pele de seu dono. Em 88% dos casos, a pele mostrou reações alérgicas, provando que o sêmen era o causador dos problemas.
Então os cientistas resolveram tratar dois desses pacientes usando uma terapia conhecida como hiposensibilização – os pacientes são expostos àquilo que lhes causa a alergia e essa exposição contínua reduz os sintomas. E ambos os pacientes apresentaram uma redução significativa dos sintomas. A má notícia é que o tratamento é demorado e pode levar até cinco anos. [Reuters e outros]
SITES DE REFERENCIA
http://melhordamidia.blogspot.com
